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Rollo, Rosas e vergonha no Santos Futebol Clube

Marcio Rosas, conselheiro do Santos, ameaça associados do clube em São Paulo - YouTube

Absolutamente coerente ao que se poderia esperar de uma administração tocada pelo pelo baixo clero da policia de São Paulo, o Santos demitiu, ontem (06), uma funcionária que acusou, na Justiça, o conselheiro Marcio Rosas de racismo e e assédio sexual.

Ela trabalhava há dez anos no clube.

Coincidentemente, o vice-presidente Mário Badures era uma das testemunhas de defesa de Rosas.

A versão oficial para o desligamento é:

“(…) após avaliação e buscando as melhores práticas de gestão e sempre de forma transparente no período do presidente interino, Orlando Rollo, contando com a aprovação do Comitê de Gestão, deliberou o desligamento de profissionais que não se adequam ao atual modelo de gestão e organograma aprovados pelo CG”

Rosas, em 2019, enviou áudio de whatsapp de conteúdo deplorável em que tratava a ex-funcionária do Peixe, entre outras coisas, como ‘neguinha’:

“Pô, tô pensando nas b******, pensar nas persiana. Quero é as b****** que têm lá”

“Qualquer dia eu convido ela para tomar um sorvete lá no Dante, aí ela vai ver o que é bom, lá na Epitácio Pessoa”

“Aí vou dar o sorvetinho para ela lamber. Tenho mó tara naquela neguinha, malandro”

De rolo em Rollo o Santos segue se apequenando a cada gestão.


Abaixo outros exemplos do comportamento de Marcio Rosas nos bastidores do Santos Futebol Clube

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