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Repercussão ruim de possível união entre Paulo Garcia e Mario Gobbi abala capital eleitoral de ambos no Corinthians

Faz alguns dias, conforme noticiado em primeira mão pelo Blog do Paulinho, Paulo Garcia e Mario Gobbi estão tentando aparar arestas para a formalização da união de chapas objetivando as eleições à presidência do Corinthians.

Após terem resolvido as próprias pendências, passou-se, então, para o próximo passo: apaziguar o relacionamento de dois notórios desafetos, Emerson Piovesan e Raul Corrêa da Silva, que, por anos, ofenderam-se de todas as maneiras possíveis.

Contornados, aparentemente, os problemas, restava agora conseguir a adesão de Roque Citadini, até então, apoiador do candidato Augusto Melo, que foi seu vice no pleito de 2018.

Diferentemente do propagado, em mídias sociais, as conversas a esse respeito não avançaram.

Nova tentativa será efetuada, dizem, semana que vem.

Diagnosticados os obstáculos no alto comando oposicionista, Garcia, Gobbi e seus mais próximos esqueceram-se, porém, da necessidade da fusão ser aprovada, na campanha e nas urnas, por correligionários e eleitores.

A repercussão, de fato, foi a pior possível.

Os dois lados tinham como principais argumentações de campanha deslizes cabais de comportamento dos candidatos.

Será difícil convence-los de que os ‘bandidos’ de outrora são agora os ‘mocinhos’ do presente.

Sem a adesão do baixo clero das campanhas é improvável que, apesar de quase acertada, a união entre os grupos seja, efetivamente, sacramentada.

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