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Escritório de advocacia de vice-presidente do Corinthians sofre ação de despejo por calotes em aluguéis

Três ações de cobrança infernizam a vida do cartola

A impossibilidade de despachar, oficialmente, com juízes e desembargadores, além da dificuldade de encontrar alguns ‘fora do expediente’, por conta da ‘quarentena’ para combate do COVID-19, parece ter complicado a vida de Alexandre Husni, vice-presidente do Corinthians, que, por mais de uma vez, foi acusado de intermediar relações indevidas entre clientes e magistrados.

Antes da pandemia, o cartola ostentava riqueza.

Agora, está sendo despejado por conta de três calotes em contratos de aluguel.

Um deles, de seu luxuoso escritório no Jardim Paulista, área nobre de São Paulo.

Em 20 de agosto, Ademar Cesar Fernaine propôs ação de cobrança para receber de Husni a quantia de R$ 52,6 mil devidos pela locação de imóvel localizado à rua Francisco leitão nº 246, a pretexto da comercialização de produtos veganos.

Na última terça-feira (22), foi a vez da Sra. Maria Stella Londres Slerca cobrar-lhe R$ 57,1 mil devidos pelo aluguel do escritório de advocacia, localizado à rua Groelândia nº 1146, pedindo também, liminar para despejá-lo em, no máximo, 48 horas.

O juiz analisará a questão ainda esta semana.

Antes de todos, a Sra. Zeide Estera Rakowski Roll, por conta de locação de imóvel situado à rua da Consolação nº 3288, venceu ação, sentenciada em 22 de junho de 2020, na qual Husni foi condenado a pagar R$ 47,2 mil, além de juros e 10% de honorários advocatícios.

Não há notícia de pagamento, até o presente momento.

Alexandre Husni Advocacia
Alexandre Husni advocacia
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