Saiba como o Corinthians levou ‘chapéu’ de R$ 1,5 milhão ao ‘liberar’ Edilson para o Grêmio

Em janeiro de 2015, o Corinthians contratou o lateral Edilson, que havia se desvinculado do Botafogo/RJ.
Na janela de transferências de 2016, o Grêmio demonstrou interesse no atleta.
Edilson, no dia 17 de maio de 2016, protocolou pedido de demissão ao Corinthians, detalhando que precisaria que seu vínculo fosse enviado ao Monte Azul/SP (clube preposto de empresários) para, na sequência, assinar contrato com o Grêmio.
Pediu, também, a liberação do pagamento de multas e indenizações pela iniciativa.
O contrato era, até então, valido até dezembro de 2017.
Mesmo ciente da manobra, no mesmo dia, o então presidente Roberto Andrade concordou com a ‘proposta’ e assinou a rescisão.
Segundo o site transfermarkt, especialista em transferências esportivas, o Grêmio pagou 250 mil euros (R$ 1,6 milhão) ao Monte Azul pela contratação.
O Corinthians, nada recebeu.
Bruno Paiva, parceiro de longa data da diretoria do Timão, foi o empresário envolvido no negócio.



