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Funcionário da base do Cruzeiro cobra percentual do São Paulo sobre a venda de Rodrigo Caio

Aparecido Lopes de Oliveira e Cícero Gomes, vulgo Tupã, funcionário da base do Cruzeiro, ingressaram com ação judicial para cobrar 5% cada sobre os valores da transação do jogador Rodrigo Caio, do São Paulo para o Flamengo.

O acordo de cessão dos direitos, alinhavado em 11 de fevereiro de 2011, por Marcos Tadeu Novaes do Santos, então diretor do departamento amador do clube, mas concretizado em 1º de novembro de 2012, deixou, além destes 10%, outros 10% em posse do atleta.

Ou seja, 20% do montante total.

Assinaram: Juvenal Juvêncio, Adalberto Baptista, João Paulo de Jesus Lopes, Kalil Rocha Abdalla, Osvaldo Vieira de Abreu e o próprio Marcos Tadeu.

À época, Tupã era olheiro do São Paulo, o que demonstra bem a promiscuidade do clube com seu departamento amador.

Em 2018, trabalhou na base do Corinthians:

Os ‘agentes’, que trouxeram Caio ao Tricolor, porém, até o presente momento, nada receberam.

Por essa razão, além da cobrança do calote, a dupla pede a exposição de documentos sobre o negócio, que, em avaliação inicial (baseada em notícias veiculadas na imprensa), calcularam em R$ 22 milhões.

A pendência seria, somados os 10%, de R$ 2,2 milhões.

Além do alerta ao Tricolor, o processo serve ainda para que o Cruzeiro fique atento, pois mantém, de maneira inadequada, um agente de jogadores, travestido de funcionário (olheiro), infiltrado num relevante departamento da agremiação.

 

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