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As traições de Andres Sanches e André Negão para tomada do poder no Corinthians

Em recente palestra, o diretor administrativo do Corinthians, André Negão, detalhou como, desde 2000, arquitetou, ao lado de Andres Sanches, a traição – inclusive às ‘organizadas’ alvinegras, que culminou na queda de Alberto Dualib.

Vale lembrar: ambos seguiram dirigentes da gestão, que trabalhavam para derrubar, por sete anos, o que dá a tônica do inferno alvinegro no período.

Sanches chegou a ser vice-presidente de futebol no período MSI.

Em resumo: André Negão e Andres aceitaram fazer campanha política para Wadih Helu – que era inimigo nº 1 das torcidas – objetivando benesses dentro do Parque São Jorge (foram efetivados como conselheiros vitalícios), mas, por detrás, desde o princípio, traindo a todos, para tomada do poder.

Exatamente como o Blog do Paulinho revelou, mais de uma década atrás.

Com o reforço de Kia Joorabchian e seus dólares, dos então novatos ‘Corinthianos Obsessivos’ (agora ‘Corinthians Grande’), além das ‘organizadas’ (enganadas, duplamente, pelos cartolas e pelo movimento ‘Fora Dualib), o plano foi concretizado, em 2007.

Desde então, Andres e Negão ditam as regras no Corinthians.

Hoje em dia, os cartolas alvinegros, que negavam as traições, sempre que podem, beijam e abraçam, como costuma ocorrer nos filmes de máfia, as vítimas de suas armações (Dualib, torcedores, etc).


Vale a pena assistir ao vídeo, absolutamente revelador do que a dupla é capaz de fazer pelo poder alvinegro.

“Em 2000, eu fui convidado pra ser o coordenador da campanha do Wadih Helu”

“Wadih Helu tinha sido presidente do Corinthians de 60 a 70 (na verdade, de 61 a 71)… foi o ano do ‘faz-me-rir’… mas esse homem era um homem que mandava no Corinthians”

“E eu fui convidado a coordenar a campanha dele de Deputado Estadual… e eu aceitei”

“A primeira pessoa que eu fui procurar, petista nato: Andres Sanches”

“Eu falei: “Andres, nós vamos fazer campanha pro Wadih Helu”… ele quase me expulsou da sala dele: “você está louco… eu não vou fazer isso nunca…” (…) “pô, eu sou de esquerda”… eu falei: “Andres, você não quer ser presidente do Corinthians?”… ele falou: “eu quero”… (Negão): “então você vai ter que mudar sua vida… ou você vai ou nós vamos ficar no meio do caminho”… (Andres) “não, não quero… se tiver que fazer isso eu não quero… (Negão) “tá bom”…”

“Eu estou saindo da sala…. quando eu vou saindo, ele (Andres) vira pra mim e fala: “O tio, volta aqui”… eu voltei e ele falou pra mim assim: “você tem certeza do que você está falando?”… eu falei: “eu tenho certeza do que estou falando… eu tenho certeza do que estou falando”… e ai a gente começou a fazer um movimento”

“Quando a gente começou o trabalho, e o Andres aceitou fazer a campanha do Wadih Helu, ele me perguntou assim: “pô, mas o que eles vão querer, André?”… eu falei: “eles não vão querer nada… eles vão querer que nós vamos fazer campanha pra ele (sic), e nós vamos fazer… nós não vamos deixar de fazer campanha”… “e ele vai te perguntar… eu tenho certeza que ele vai te perguntar, o que você quer… aí você vai dizer pra ele o seguinte: “eu não quero nada, só quero que você faça o André conselheiro vitalício”‘… e foi assim que aconteceu”

“Na hora que ele sentou dentro do carro, a primeira coisa que ele (Wadih) perguntou foi: “O que vocês querem?”… o Andres falou: “Eu não quero nada… eu quero que o senhor faça o André conselheiro vitalício”… ele (Wadih) falou: “O André, você (Andres) e quem mais vocês pedirem”… foi aí que começou a morte deles… (sorrindo)

“Nesse dia, que eles falaram isso, eles começaram a decretar a derrota deles no Corinthians”

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