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Oposição do Corinthians precisa passar das ‘notas de repúdio’ à ação

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A oposição à gestão de Andres Sanches, no Corinthians, de maneira correta, tem observado a letargia dos presidentes do Conselho Deliberativo e do CORI, que, sob desculpas diversas, não formalizam as respectivas reuniões para análise das contas de 2019.

Falta, porém, aos opositores, se não coragem, conhecimento do Estatuto alvinegro para agir.

Tanto CORI quanto o Conselho serão, obrigatoriamente, convocados, num prazo máximo de 30 dias, apenas para votação dos balanços (se especificado no pedido), se os conselheiros agirem da seguinte maneira: cinco membros do CORI tem poder de obrigar o presidente a convocar a reunião, assim como 50 membros do CD.

É o que prevê os artigos 82 e 94 do Estatuto:


Art. 82

O Conselho Deliberativo reunir-se-á, convocado pelo seu presidente:

Parágrafo II – Extraordinariamente

LETRA B

A requerimento do presidente da Diretoria, do presidente do CORI, do Conselho Fiscal ou de 50 membros do próprio CD, fundamentado o objetivo da própria convocação, ocasião em que o presidente do CD deverá obrigatoriamente convocar a reunião, no prazo máximo de 30 dias, contados a partir da data de entrega do requerimento à mesa do CD.

Art. 94

O CORI reunir-se-á em sessão ordinária, mensalmente, e em sessão extraodinária, quando convocado, justificadamente:

LETRA D

Por cinco membros natos ou efetivos


Os conselheiros do Corinthians, principalmente os que discursam oposição, por conta da caótica situação financeira e também pela possibilidade de aprovação de Projeto de Lei (que já passou na Câmara), postergando a votação e eliminando a possibilidade de punição de possíveis infratores, ser referendado no Senado e na Presidência da República, tem a obrigação de acelerar a coleta de assinaturas para obrigar Conselho Deliberativo e CORI a cumprirem suas obrigações.

Nomes, em tese, não faltarão, levando-se em consideração que diversas ‘chapinhas’ de 25 membros cada foram eleitas, em 2018, muitas delas sob discurso de contrariedade ao comportamento dos atuais gestores alvinegros.

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