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O ‘apartidário’ Palmeiras

Ontem (17), exercendo o direito democrático de apoiar seu fascista, o jogador Felipe Melo, do Palmeiras, viajou à Brasília para, novamente, “bater continência’ ao déspota que nos assombra na Presidência da República.

A reação de reprovação entre os sensatos nas mídias sociais foi imediata.

O Palmeiras, que não liberou seus atletas para participarem de leilão beneficente às vítimas do COVID-19 sob alegação de não se indispor com ‘madame’, a patrocinadora, consentiu com a viagem do atleta, dispensando-o dos treinamentos que ocorrem virtualmente.

Depois, diante da péssima repercussão pública do gesto, tratou de dissociar-se do episódio, divulgando ‘Nota Oficial’ em que o clube se apresenta como ‘apartidário’.

“O jogador Felipe Melo foi liberado do treinamento desta quarta-feira pela Comissão Técnica. O Palmeiras não foi convidado para a cerimônia em Brasília, desta forma, o jogador não estava representando o clube. A Sociedade Esportiva Palmeiras reforça que tem por princípio o apartidarismo, conforme previsto no seu estatuto”.

Cuidado semelhante não foi tomado quando Jair Bolsonaro invadiu a festa do título palmeirense, em 2018, após assistir à partida decisiva ciceroneado por ‘madame’ e seu presidente palestrino de estimação, quando o ‘feito’ foi amplamente divulgado nos canais oficiais do Palmeiras e também da patrocinadora:

 

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