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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

Os Cachorros são Anjos que vivem conosco aqui na terra.

São Fiéis, Leais. Não tem maldade, não fazem fofocas e não compartilham o pior mal que o ser Humano possui:

A INVEJA…

Adágio de: Lya Rodrigues

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Dentre os árbitros existia e existe muita Covardia e Falsidade

Na manhã da quarta-feira 13/05/2020

Em uma postagem no Blog/Facebook do professor universitário e ex-árbitro Rafael Porcari sobre reprise do futebol preguntando qual jogo gostaria de assistir.

No item comentário

Leitor ex-árbitro, idem diretor do SAFESP que recuso nomeá-lo declarou:

Gostaria

De rever o jogo entre CORINTHIANS e PONTE PRETA quando ocorreu à expulsão do jogador Rui Rey e o time do Parque São Jorge acabou sendo campeão!

Dias após

O árbitro daquele jogo apareceu com um Opala esportivo Fast Back branco e vermelho no estacionamento perto da FPF! Eu vi!!

Para minorar

Mais abaixo colocou a interjeição ‘Ops.’

Dando

Entender que foi engano

Pra mim

Fato pensado e indesculpável.

Vez que

Não o fosse, deveria e poderia apagar o pedido.

Revoltado! De pronto teclei

Na condição de péssimo interpretador pergunto a quem depois de anos e anos diz que viu o árbitro com Opala esportivo, sem mencionar o nome do mesmo;

Ao que sei

Idem os apaixonados por futebol; o árbitro foi o falecido Dulcídio Wanderley Boschila.

Que

Subjetivamente você aponta de ter levado vantagem.

Pergunto

Por que não o indagou naquela ocasião ou a posterior?

Vir

A público, passado longos anos depois da morte do Alemão, é prova de mau-caratismo e covardia.

Tenha absoluta certeza!

Fosse eu que tivesse esta dúvida; garanto que o faria no dia e no ato que observaste o saudoso e querido Dulcídio com o veículo acima citado.

Por aqui completo

A partida ocorreu no dia 13/10/1977.  Dulcídio faleceu no dia 14 de maio de 1998.

Esquisito

Que por vinte anos e sete meses você não o tenha encontrado no prédio da FPF;

Quanto

Nas ruas adjacentes para lhe indagar sobre seu inerme apontar vinte e dois anos depois. Né, não?

Neste espaço

Acrescento que nunca admiti este tipo de procedimento; meu caminhar na arbitragem de futebol se ateve a dizer de pronto a quem quer que

Fosse

Tudo quanto de agourento o mesmo fazia para o todo da arbitragem paulista e brasileira.

Enfrentei

Diretores do SAFESP , árbitros, dirigentes da CBF, FPF, clube e pessoas de outros setores ligados ao futebol;

Por

Diversas ocasiões, como sempre de cara limpa, no tête-à-tête, na defesa da entidade árbitro de futebol,

Motivos

Que custaram o codinome louco, como também, criticas covardes, vez que lançadas sem minha presença, originadas da boca dos que se beneficiavam com escalas por serem contumazes subservientes e beijadores das “límpidas mãos” dos dirigentes da CBF, FPF, clubes e por ai vai.

Lembrando

Do SAFESP fui expulso por duas vezes;

Coincidentemente!

Na presidência do José Assis Aragão

Ante o exposto

Voltasse o tempo, sem nenhuma dúvida, faria tudo que fiz e muitíssimo mais.

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Política

Pau da barraca

Não há em nenhuma atitude produzida diariamente pela usina de exorbitâncias instalada no Palácio do Planalto resquício sequer de racionalidade

A cada chute dado nos pilares de sustentação do regime em vigor e, por consequência, no governo que preside, Jair Bolsonaro reforça a impressão de que entregou aos desígnios das divindades do imponderável a chance de reeleição. Diz o contrário (“vou sair daqui em janeiro de 2027”), como é de seu costume, mas age justamente na direção da toalha jogada ao chão. Abre todos os flancos imagináveis, anulando qualquer possibilidade de defesa.

A dúvida é se o faz de propósito, já satisfeito de integrar o mais rápido possível o panteão dos ex-presidentes em posição de (desastroso) destaque mundial, ou se é burro mesmo e não se dá conta dos efeitos de seus gestos. A primeira hipótese revelaria alguma inteligência na execução de um plano; a segunda confirmaria uma forte suspeita.

A pessoa desprovida de cognições cerebrais mais ágeis tende a ver seu baixo grau de compreensão como regra geral. Daí decorre a incapacidade de perceber que determinadas atitudes quando aplicadas a situações diferentes não alcançam os mesmos resultados obtidos anteriormente.

O presidente Jair Bolsonaro exibe tais características ao se comportar na chefia da nação como o candidato (elevado ao cubo), acreditando que o que deu certo na campanha teria tudo para dar certo no governo. Na visão dele ainda com mais razão, dado o acréscimo substancioso de capital proporcionado pelos instrumentos de poder. As limitações constitucionais inerentes ao cargo escapam-lhe do radar e, por isso, imagina-se na posse de licença para exorbitar.

Gestos e palavras até aceitáveis em campanhas soam inconcebíveis na Presidência e contraproducentes se a ideia do mandatário for repetir a dose. Caso seja esse o caso é de perguntar com qual objetivo Jair Bolsonaro comete uma série de imprudências. Sem obediência à ordem de entrada em cena, vamos aos exemplos.

Para que firmar aliança com infiéis de carteirinha, representantes do pior que há no Parlamento depois de confrontar-se com a Casa por ele vista como valhacouto da “velha política?” Para que jogar ao mar dois dos ministros mais benquistos, sem razões funcionais objetivas e com claras motivações subjetivas? Para que afastar mais e mais antigos aliados no lugar de tentar reconquistá-los?

“Bolsonaro parece já ter deixado a reeleição ao desígnio do imponderável”

Qual a finalidade de implodir o próprio partido, segunda maior legenda em número de deputados, quando poderia ampliar sua presença e influência para almejar até a conquista da presidência da Câmara? Para que se assumir debochado e mentiroso, afugentando gente que o ajudou a se eleger?

Para que regozijar-se em ser visto pelo mundo como o presidente mais incauto, histriônico, inepto e nocivo à frente de um país democrático? Por que equiparar-se a ditadores se não conta, como eles, com a rede de proteção proporcionada pelo tacão do arbítrio?

Com que finalidade convoca churrascos, passeia de moto aquática, avaliza atos antidemocráticos, incentiva o descumprimento de recomendações médicas, contraria as evidências, zomba dos precavidos em plena pandemia de um vírus ainda desconhecido se, com isso, provoca deserções em seu campo político de ação?

Por que expor ao ridículo com aquela marcha sobre o Supremo Tribunal Federal os poucos que ainda o tratam com boa vontade como o presidente da Corte e empresários reunidos em caravana a Brasília a fim de ouvir do presidente planos e providências para as contingências da crise?

Para que hostilizar governadores e prefeitos, peças essenciais na necessária administração da tragédia em curso e lá adiante atores importantes em ambiente de eleição? Qual o propósito de provocá-los com um decreto para permitir (inutilmente, pois esse tipo de decisão é local) o funcionamento de academias de ginástica e salões de cabeleireiro?

Qual o motivo de esgarçar internamente as Forças Armadas obrigando o Ministério da Defesa a emitir notas em prol da democracia, quando a normalidade constitucional há muito se estabeleceu como ponto pacífico entre os militares? Sujeitá-los à condição de suspeitos de semear ideias golpistas, para quê?

Pois é, não há em nenhuma dessas ou em outras tantas atitudes produzidas diariamente pela usina de exorbitâncias instalada no Palácio do Planalto resquício sequer de racionalidade. Dizia-se que assim Bolsonaro procurava fidelizar seu pelotão mais aguerrido, mas nem isso faz mais sentido diante da fuga de boa parte daquele capital.

Sobra, ante a ausência de plano que denote astúcia, a prevalência da estultícia.

Jornalista Dora Kramer – Publicado na Veja em 20/05/2020 – edição 2627

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Finalizando

“O único ditador que eu aceito é a voz silenciosa da minha consciência”

Mahatma Gandhi:  foi um líder pacifista indiano

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-16/05/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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