Só restou a CBN

É triste presenciar o fim das operações da rádio Globo no estado de São Paulo após tantos anos de história.
Trata-se de evidente resultado final de gestão incompetente.
Nenhuma outro veículo possuí marca tão relevante no meio da comunicação radiofônica.
O nome ‘Globo’ vende-se por si.
Basta verificar o avanço contínuo de audiência da TV Globo (apesar da relevante concorrência doutras mídias, antes inexistentes) e da plataforma ‘Globoplay’, que concorre com as gigantes Netflix e Amazon para notar que o diferencial do sucesso sempre será a qualidade da programação.
Há tempos a rádio Globo tinha nome, equipamentos, sede bem montada, mas pecava em relevância e criatividade.
Sobrou apenas a CBN no ar, que, se não possui a mesma audiência de muitas, sobrevive exatamente pelo padrão de qualidade.
