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A ética de Cafu

O ex-lateral Cafu, capitão da Seleção Brasileira campeã mundial de 2002, tem passado, nos últimos tempos, por diversos problemas pessoais, muitos deles sob acusação de gerar transtornos a terceiros.

Ações cíveis e acusações criminais avolumam-se.

Sempre simpático com a imprensa, Cafu acaba recebendo alguma blindagem, ainda que involuntária, principalmente daqueles jornalistas que limitam a opinião ao que aconteceu nas quatro linhas.

O horizonte do Blog do Paulinho sempre foi mais amplo.

Não existe problema em elogiar a carreira de atleta de Cafu e criticar seu comportamento extra-campo.

Questão de honestidade com o leitor.

Até mesmo quando jogava futebol, o lateral se meteu num rolo pra lá de anti-ético, como relembrou, em mídia social, o amigo José Renato Santiago:

“Devemos separar a pessoa do empresário”

“Cabe lembrar que em 1995 Cafu aceitou fazer parte de uma patética e teatral contratação sua pelo Juventude de Caixas do Sul como forma de ludibriar uma cláusula contratual que o impedia de sair do São Paulo, clube que o formou e o bancou por anos, diretamente para seu maior rival na época, o Palmeiras”

À ocasião, a Parmalat, empresa acusada de gestão mafiosa, não apenas na Itália, era investidora de Palmeiras e Juventude e foi responsável, com anuência de Cafu, pela indecente triangulação.

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