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Lugano e a Democracia Corinthiana

O ex-jogador Lugano, agora dirigente do São Paulo, em entrevista à imprensa uruguaia, detonou a Democracia Corinthiana, movimento reconhecido, mundialmente, pela enorme relevância na luta contra a ditadura brasileira:

“O Corinthians é meu maior rival aqui (no Brasil). Sócrates era um fenômeno, uma besta como jogador. Foi um momento muito particular da sociedade brasileira. A história também tem suas particularidades, a moeda tem sempre os dois lados. Ele tinha uma forma de se expressar, um carisma e uma preocupação social notável”

“Eu também escutei Emerson Leão, uma personalidade forte, que era parte da Democracia. Disse que era muito linda a Democracia Corinthiana, mas que não o deixavam treinar. É verdade, muito linda a democracia para decidir tudo, mas se de repente seis queriam treinar e dez não, não te deixavam? É muito romântica a história, Sócrates é um fenômeno em um contexto social e político muito especial, mas, bem, temos que dar a dimensão necessária”

Lugano contrariando os fatos, alguns levantados em teses acadêmicas seríssimas, errou feio.

Observa-se a falta de aprofundamento sobre o assunto, limitando-se a repetir frases comuns de notórios detratores do movimento.

Diferentemente de opinar sobre futebol, para referir-se a assunto de tamanha seriedade há de se ter um mínimo de conhecimento e seriedade, sob risco de induzir a erro gerações futuras de seguidores do uruguaio.

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