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Os deuses de Bolsonaro

Se fez necessária uma decisão da Justiça Federal para impedir o óbvio: que o lunático, emporcalhador da cadeira presidencial, permitisse a seus apoiadores, donos de ‘bingos’ tratados como templos religiosos, seguissem, a troco da saúde de toda uma população, achacando os menos inteligentes.

Trata-se, talvez, do maior desatino do Presidente em meio a tantos outros durante a pandemia do coronavírus.

Imagine que apenas um dos ‘fiéis’, em meio aos milhares que costumam comparecer a essas reuniões, estivesse infectado.

Haveria, certamente, grande possibilidade de disseminação do COVID-19, levando-se em consideração que os demais retornariam a suas residências e manteriam contato com outros.

Uma tragédia de proporções incalculáveis.

Todo esse risco para que Bolsonaro conseguisse preservar o apoio político dos encabrestados, sob controle de Malafaias e Macedos, enquanto estes seguiriam garantindo o caviar à mesa tomado de quem sequer consegue comprar o arroz e feijão do dia a dia.

Tivéssemos um MP e uma polícia realmente sérios, desprovidos de orientações e pressões políticas, e essa gente estaria atrás das grades há muitas décadas.

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1 comentário em “Os deuses de Bolsonaro”

  1. A igreja evangélica já foi séria. Porem nos anos 80 a corrupção entrou quando passaram a fazer parte de partidos políticos. E o apoio a militares vêm desde os anos 60. Eles matam a fé verdadeira da pessoa e só aceitam os interesseiros.

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