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As panelas e o relincho

Ontem (24), o deplorável que ocupa a presidência da República encorpou sua reconhecida biografia com pronunciamento atentador à civilidade, a saúde pública e aos neurônios das pessoas razoáveis.

Muitas das bobagens vieram de sua habitual combinação de estupidez com irresponsabilidade, como a de que o coronavírus não o atinge pelo ‘histórico de atleta’, outras lhe foram ditadas pelo núcleo de loucuras olavistas.

Passadas algumas horas, satisfizeram-se com os resultados: críticas da imprensa, nojo entre os sensatos e aplausos dos imbecis.

Nada que não houvesse sido calculado, previamente.

Expor governadores como responsáveis pelas consequências do caos, após o combate do coronavírus, e apresentar Bolsonaro como vítima dessa situação era a distorção a ser inserida no pensamento da nação.

O som das panelas, simultâneos aos do relincho, demonstraram que cada vez menos pessoas estão sendo enganadas por essa gente.

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2 comentários em “As panelas e o relincho”

  1. Bolsonaro fala com a gente como se falasse com crianças de três anos de idade. Nós temos que mandar esse verme para o inferno. Um presidente de baixo intelecto para um povo de baixo intelecto. Um palhaço para um povo palhaço. Até quando vamos ter que aturar os militares se metendo na política?

  2. Vergonhoso, nem falar direito o cara consegue. Ainda exige rede nacional de TV e Radio pra falar de si “eu não pego pq fui atleta” como se o mundo todo fosse feito de otários. Quem ainda apoia esse verme depois dessa só pode ser desmiolado.

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