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Presidente do Corinthians não pode ser homofóbico

Duílio do Bingo e Sheik

A apresentação do jogador Cantillo no Corinthians, apesar de constrangedora, não poderia ser mais reveladora do caráter daqueles que dirigem o futebol alvinegro.

Ao lado do diretor “de fotografias’, Jorge Kalil e do bingueiro Duílio, o atleta colombiano, nitidamente incomodado, deixou claro que não utilizaria a camisa nº 24, sua marca no Junior Barranquila, por imposição dos cartolas.

Ambos, como se fosse uma grande proeza, endossaram o testemunho:

“24 aqui não!”, chegou a dizer Duílio.

Chega a ser interessante notar o quanto a cultura do ‘Jogo de Bicho’ influência a vida nos bastidores do Corinthians.

Talvez se os dirigentes de futebol fossem André Negão, atual administrativo, ou Jaça, que cuida do amador, notoriamente ligados à jogatina, o ’24’ (referente ao grupo do Veado) não só seria aceito, como estimulado, dentro dos limites da banca, evidentemente.

Horas depois, o filho de Adilson Monteiro Alves, covardemente, recuou, alegando tratar-se de ‘brincadeira’ infeliz, num vídeo postado em rede social do clube.

Mas não modificou, como deveria, o número a ser utilizado por Cantillo.

Reconhecido ‘time do povo’, abrigador de todas as tribos, ofende ao Corinthians qualquer tipo de discriminação, apesar de que, no Parque São Jorge, muita gente tenha ficado chateada é com a retratação.

O Timão, definitivamente, não pode ter como presidente um sujeito que, além da conivência com os problemas conhecidos do futebol alvinegro, demonstra-se homofóbico ou estimula esse tipo de comportamento.

Duílio deve ser o candidato apoiado por Andres Sanches nas eleições de 2020.

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