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A realidade do Flamengo

Esportivamente, o ano do Flamengo foi quase perfeito, marcado pelas conquistas do Campeonato Carioca, que, nos dias atuais, trata-se de uma espécie de ‘torneio início’ do futebol brasileiro – assim como os demais estaduais, e dos relevantes Campeonato Brasileiro e Copa Libertadores, além, é claro, do vice Mundial.

Mas o clube, apesar disso tudo, ainda é vítima de gestores desqualificados.

O sucesso no esporte sempre mascarou, com grande ajuda da mídia, os graves defeitos da cartolagem.

Exemplos não faltam, como a Seleção Brasileira de Ricardo Teixeira, o Corinthians de Andres Sanches, o Vasco da Gama de Eurico Miranda e por aí vai.

No Flamengo, até o que ocorreu de mais acertado iniciou-se por vias nebulosas.

Falamos, evidentemente, da contratação de Jorge Jesus, treinador comprovadamente eficaz na profissão, mas que chegou ao clube pelas mãos, e, pior, comprometido com elas, do agente Kia Joorabchian, em acerto ocorrido semanas antes da demissão de Abel Braga, em claro episódio desleal.

Sim, o ‘Mister’ é muito bom, possuí méritos inquestionáveis, mas não é santo e, daqui por diante, independentemente dos resultados, precisará ser melhor fiscalizado.

Os cartolas rubro-negros, então, são mais dos mesmos.

No departamento de futebol, existem adeptos notórios de conhecidas práticas com intermediários de jogadores.

Proporcionalmente ao dinheiro arrecadado durante o mágico 2019, a gestão financeira deixou a desejar, com gastos desnecessários, alguns incompreensíveis.

Nem todas as temporadas serão exitosas a ponto de salvar, como ocorreu na atual, desatinos com o dinheiro do clube.

Rodolfo Landim, parceiro de Eike Batista em boa parte do que vem sendo investigado pela Polícia Federal, utilizou-se da máquina política em favorecimento a parceiros e alguns conselheiros, mas não teve a decência de, ainda, indenizar as famílias dos garotos mortos no Ninho do Urubu, mesmo diante da evidente negligência e irresponsabilidade da diretoria (dele a da anterior), nos episódios lamentáveis.

O Flamengo precisa melhorar muito, em diversos sentidos, mas, principalmente, no administrativo, para transformar em realidade o sonho de, mesmo fora da Europa, manter-se entre as principais equipes do futebol mundial.

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1 comentário em “A realidade do Flamengo”

  1. Dez anos sem ganhar um Brasileiro, 38 anos sem ir ao Mundial de Clubes e esse “jornalistas” tentam enfiar goela abaixo esse time emergente…kkkkkkkkkkkkkkk

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