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Eleições do Boca Juniors demonstram o quando clubes brasileiros precisam melhorar

Amparado pelo apoio do ídolo Riquelme, que será o vice-presidente do clube, o candidato Jorge Amor Ameal desbancou Christian Gribaudo, do grupo de Maurício Macri, e será presidente do Boca Juniors até 2023.

Porém, o que chama a atenção é o número de associados votantes.

38,3 mil de 84 mil com direito a voto.

Se, na Argentina, a proporção poderia decepcionar, comparado ao que se vê no Brasil, a quantidade impressiona.

Num dos clubes mais populares, o Corinthians, os pleitos recentes mantém a média, quando muito, de 3,5 mil.

Não à toa ditadores e corruptos conseguem se reeleger com tranquilidade por aqui, tamanha é a facilidade de controlar o rebanho e, em alguns casos, comprar os votos dos que, eventualmente, se desgarrarem.

Errando ou acertando, os eleitores de clubes argentinos, cidadãos de um país, politicamente, mais esclarecido, votam pela convicção e o desejo de melhorar a agremiação de coração, enquanto no Brasil, o voto se dá a quem mais benesses, indevidas, puder oferecer.

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