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Messi e o voto de Tite

Esqueça tudo de genial que o argentino Lionel Messi aprontou em sua brilhante carreira e atente-se, somente, aos números da temporada 2018/2019, lembrando que o craque possui as limitações físicas de um atleta com 32 anos:

  • 51 gol marcados em 50 jogos disputados;
  • 22 assistências;
  • campeão espanhol, assinalando 36 gols em 38 jogos;
  • artilheiro da Champions League com 12 gols

Evidentemente, o prêmio de melhor jogador do mundo, o sexto, não poderia sequer ser imaginado para outras mãos.

O único atleta no planeta que, em boa fase, poderia ameaçá-lo, mas, nem de longe superá-lo, seria Cristiano Ronaldo.

Os demais são meros coadjuvantes, uns mais outros menos talentosos, invariavelmente escolhidos para complementar o terceiro nome na indicação da premiação.

Até mesmo o ótimo Modric, que ganhou um prêmio em meio ao domínio da dupla, sabe que somente venceu por conta do peso de uma boa jornada na Copa do Mundo.

Nesse contexto, o voto do treinador Tite, da Seleção Brasileira, ao comum Van Dijk, ainda que oriundo de grande temporada, demonstra muito sobre seu comportamento na profissão, principalmente nas convocações.

É admissível que torcedores, como a própria nomenclatura revela, ‘torçam’ em favor de um atleta inferior diante dos muito melhores, por razões diversas, mas inaceitável que um profissional que vive do esporte cometa essa heresia.

Até mesmo Van Dijk, consciente, votou em Messi para melhor do Planeta em 2019.

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1 comentário em “Messi e o voto de Tite”

  1. Seria interessante comentar os prêmios concedidos ao Alisson, melhor goleiro do mundo, e à Sra. Sílvia Grecco e seu filho Nickollas, troféu Fan Award.

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