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São Paulo pode receber salas comerciais como pagamento de dívida de suposto preposto de Aidar

Em outubro de 2016, o São Paulo ingressou com ação judicial para reaver R$ 900 mil pagos, indevidamente, ao escritório José Roberto Cortez Advogados, que, segundo indícios e informações, teria sido utilizado para remunerar, como intermediário, o ex-presidente Carlos Miguel Aidar e sua acompanhante Cinira Maturana, em negócios realizados pelo clube.

O escritório defendeu-se, também com ação judicial, alegando que a cobrança era devida (por trabalhos jurídicos), exigindo, ainda, indenização de R$ 300 mil, por conta das suspeitas.

A 3ª Vara Civil, em decisão da juíza Mônica Di Stasi Gantus Encinas, deu razão ao Tricolor.

Os advogados terão que devolver R$ 750 mil, correspondentes a cinco parcelas pagas de R$ 150 mil.

O São Paulo, porém, perdeu R$ 150 mil, que completariam os R$ 900 mil, porque não conseguiu encontrar comprovante de que havia efetuado o pagamento.

Na última semana, o Condomínio Conjunto Nacional, local que abriga imóveis do executado, foi notificado pela Justiça à colaborar com a tentativa de cobrança Tricolor:

“(…) intime-se o Condomínio Conjunto Nacional a informar, em até 48 horas, acerca da existência de débitos ou restrições de natureza condominial dos imóveis descritos nas matrículas 54.191, 54.192, 54.193 e 54.194 do 13º CRI de São Paulo”

Dependendo da resposta, as salas comerciais poderão ser passadas, em pagamento da dívida, ao São Paulo Futebol Clube.


Abaixo documento que liga José Roberto Cortez Advogados a pagamento de comissão a Cinira Maturana:

comissao-cinira-aidar

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