Andres Sanches é sócio de Jorge Wagner e Diego Tardelli nos “Paris 6” de Salvador e Belo Horizonte

O Blog do Paulinho revelou, ontem, com farto material comprobatório, que o presidente do Corinthians, Andres Sanches, é sócio das casas “Paris 6”, através de seu advogado, Daniel Leon Bialski, também atuante no Timão.
Entre seus parceiros comerciais está o advogado José Edgar da Cunha Bueno Filho, ligado a Neymar.
O cartola alvinegro, para expandir os negócios, utilizou-se da estratégia de oferecer percentuais a pessoas ligadas ao esporte.
Em São Paulo, além de Neymar, Sanches mantém sociedade com Emerson Sheik.
O treinador Luxemburgo participou do negócio, em Porto Alegre, assim como Ricardo Goulart associou-se à empreitada, em Miami.
Descobrimos duas novas casas que foram abertas, como ocorreu nos procedimentos anteriores, em nome de Bialski, intermediário de Andres, e de José Edgar Bueno, o de Neymar.
Na cidade de Salvador, o ex-jogador do Corinthians, Jorge Wagner, é sócio do atual presidente alvinegro na filial baiana do Paris 6.
Assim como Diego Tardelli, agenciado por Kia Joorabchian, que Sanches vive tentando trazer para o Timão, tornou-se parceiro do cartola no Paris 6 de Belo Horizonte.
Diante de tantas incursões comerciais de Andres Sanches após atingir notoriedade na benemérita política do Corinthians (oficialmente, ninguém recebe salários), cabe a pergunta: qual é a origem de tanto dinheiro ?
Excetuando-se outros milionários negócios em que o alvinegro está envolvido – revelados pelo Blog do Paulinho – focando apenas na rede “Paris 6”, a avaliação de mercado é de que para montar qualquer desses “bistrôs”, se faz necessário investimento inicial de R$ 3,5 milhões.
Hoje em dia, existem dez em funcionamento, o que indicaria aplicação mínima de R$ 35 milhões.
Sem contar os que fecharam as portas, entre os quais o de Miami, certamente mais custoso.
E o advogado Daniel Bialski, se necessária for, algum dia, a indicação da origem dos recursos, conseguirá comprová-los ?
