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O Palmeiras segue passando vergonha ao implorar Mundial de 1951

Ontem, em entrevista à Rede Globo, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, ao ser questionado sobre a pretensão do Palmeiras de ter reconhecido como título mundial a conquista da Copa Rio de 1951, respondeu:

“Já decidimos dar o título de campeão mundial a todos que ganharam a Copa entre Europa e América do Sul desde 1960. Já 1951 é um pouquinho mais para trás. Vamos falar com o presidente Bolsonaro e vamos ver que solução teremos, mas o Palmeiras pode ganhar o próximo Mundial de Clubes. Por que não?”

Depois, noutro bate-papo com jornalistas, ironizou ainda mais, citando a palavra “milagre”:

“Vamos conversar de futebol, isso é o mais importante. O título mundial do Palmeiras… para os milagres, tem que perguntar para outro, não para mim. Não está como tema. Temos que falar do futuro mais que do passado”

Trata-se de mais um capítulo vexatório de quem se ajoelha para implorar o que não existe.

Utilizar a tal “estrela vermelha” na camisa e “torcer” para que Bolsonaro ajude a trazer para o Parque Antárctica título que a FIFA já negou (neste caso com absoluta razão) centenas de vezes, é ultrapassar os limites do constrangimento.

Tivesse o Verdão um presidente de pulso, equilibrado e inteligente, não um fantoche de patrocinadora delirante, e o clube emitiria Nota Oficial exaltando a grande conquista de 51 como de fato ela foi, ou seja, um grande torneio amistoso internacional, rechaçando, oficialmente, a busca pelo tratamento de “mundial”, evitando, assim, ironias como as de Infantino, de que o clube poderia “ganhar o próximo” torneio da FIFA.

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