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Denúncia de Ata fraudada no Conselho do Guarani. Dono do “Futebol Interior” e ex-presidente estariam envolvidos

Artur Eugênio Mathias e Horley Sena

O Blog do Paulinho foi procurado por conselheiro do Guarani, que pediu sigilo de sua identidade por conta da suposta periculosidade de alguns nomes que serão citados, indignado com o que tratou como fraude em recente reunião do Conselho Deliberativo do Bugre.

Os protagonistas seriam, entre diversos:

  • Arthur Eugênio Mathias, advogado, dono do site “Futebol Interior” (em sociedade com Edgard Soares e Élcio Paiola), afamado como “site da propina” (segundo processo judicial movido pelo treinador João Telê), que foi expulso da ACEESP por esta acusação, além de ter saído algemado das CPIs do Roubo de Carga e do Narcotráfico;
  • Horley Sena, ex-presidente do Guarani, acusado, recentemente, por pai de jogador de orquestrar esquema para venda de vagas nas categorias de base do clube;
  • Nenê Zini, empresário de jogadores, filho do ex-presidente Beto Zini

Abaixo o leitor poderá conferir, além do relato do conselheiro, a cópia da Ata alegada como fraudada, com as respectivas assinaturas:


“(…) está ocorrendo um caso repugnante (no Guarani), executado pelos Srs. Artur Eugênio, Horley Sena, Nenê Zini e outros”

“Esses senhores fazem parte de um grupo que usa todos os meios espúrios para boicotar e desestabilizar o trabalho da atual diretoria”

“Eles querem retomar o poder no Bugre para, novamente, obter vantagens e praticarem irregularidades, como aquelas das categorias de base”

“Objetivam, principalmente, a obstrução do fechamento do contrato de co-gestão com as empresas Magnun e ASA, que possibilitará ao Guarani Futebol Clube dar um salto de eficiência e profissionalização”

“Para se ter uma ideia, temos informações de que esses senhores “bugrinos” pagaram bicho para os atletas do nosso rival campineiro (Ponte Preta) no último derbi”

“Além de promoverem campanhas difamatórias contra membros do atual Conselho de Administração (através do Futebol Interior) e se utilizarem de todos os meios para dificultarem contratações de jogadores no mercado por meio de influências e boatos”

“O Guarani vem sofrendo atos de sabotagem criminosa todos os dias com o objetivo de derrubar a atual diretoria e dificultar nosso crescimento”

“Querem que voltemos ao nivel de cinco anos atrás, quando estávamos na Série C do Brasileiro e na A-2 do Paulista.

“Relato agora um ato FRAUDE documental, FALSIFICAÇÃO e FALSIDADE IDEOLÓGICA. Explico:

“No dia 29/03/2019 foi realizada a Assembléia Ordinária dos Sócios do Guarani Futebol Clube, para deliberarem sobre a aprovação ou não das contas da atual diretoria.

“A maioria então, presente na referida assembléia, decidiu aprovar as contas com ressalvas, com 62 votos a favor, 56 contra e 3 abstenções. Entretanto, após o encerramento da assembléia, o presidente e o secretário eleitos pelo plenário da mesma, com a participação de mais cinco sócios a seguir relacionados, sem a participação e conhecimento dos demais sócios patrimoniais que estavam presentes na reunião, elaboraram às escondidas a citada ata e reverteram a decisão soberana da assembléia, fazendo constar uma decisão ilegítima, desaprovando as contas, em total desacordo com a vontade da maioria, pretendendo fazer valer a vontade de um grupo de oposição formada pelos abaixo citados e mais alguns, entre eles o ex-presidente Horley Sena e o empresário de atletas Nenê Zini, utilizando como justificativa uma interpretação casuística e ignorante do Estatuto”

“Ou seja, os sócios decidiram uma coisa, mas esses senhores registraram outra na ata. Um crime”

“Participaram do ato ilegal, elaborando e assinando o fraudulento documento, os seguintes sócios patrimoniais:”

  • Vicente de Paulo Bonaldi Moraes de Souza (Presidente);
  • Antonio Carlos da Silva Romeiro (Secretário)

“Foram testemunhas:”

  • Antonio Carlos Brasio Soares;
  • Antonio José Pina;
  • Artur Eugênio Mathias;
  • Edison Martins da Silva
  • Renato Luis Agnello

“Os senhores Horley Sena e Nenê Zini, apesar de não assinarem a ata, participaram do conluio, nos bastidores”

“A atual diretoria (conselho de administração) deverá oferecer representação criminal ao Ministério Público e abrir procedimento de expulsão do quadro associativo do Guarani contra esses sócios que elaboraram e assinaram esse documento fraudulento”

“Tal decisão se deve ao fato da citada ata estar em total discordância com as deliberações e, principalmente, contra a decisão soberana da mesma, onde as contas relativas ao ano de 2018 apresentadas pelo Conselho de Administração foram aprovadas pela maioria dos sócios patrimoniais com direito a voto presentes na assembléia”

“Para isso deverá ser utilizada como prova principal a transcrição integral do áudio da assembleia”

“Gostaria muito que esses fatos viessem a público pelo seu blog”


Em comprovada, a fraude deverá ocasionar graves problemas políticos no Guarani e criminais aos dirigentes e conselheiros que dela tiverem participado.


Ata que teria sido fraudada, segundo acusação do conselheiro:

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