Serdan ameaça Palmeiras com sua candidatura ao Conselho

Leila Pereira e Paulo Serdan

Certa vez, ao ser entrevistado pela produtora O2, de Fernando Meirelles, todos com objetivo de escutar histórias sobre torcidas organizadas para posterior produção de filmes à respeito, este jornalista não se furtou a revelar a péssima impressão que possui sobre elas.

Ao final do bate-papo, uma psicóloga, que fazia parte dos questionadores, puxou-me o braço e revelou:

“Paulinho, semana passada, eu que estudo psicopatia desde os tempos de faculdade, estive pela primeira vez diante do objeto de minhas pesquisas”.

Tratava-se, segundo ela, de Paulo Serdan, lider da Mancha Verde, que, na semana anterior, tinha sentado na mesma cadeira que eu, para responder sobre assuntos semelhantes.

A informação, diante do amplo histórico de violência e histórias mal-contadas do sujeito, evidentemente, não ocasionou-me surpresas.

Porém, ainda assim, nos dias atuais, apoiado pela extrema proximidade que possui com a mecenas do Palmeiras, Madame Leila Pereira, Paulo Serdan conseguiu, em eleição recente, ingressar no Conselho Palestrino, local em que atua para intimidar conselheiros, manter os (ainda) pequenos negócios que realiza no Parque Antártica e dizer amém ao desejos da Crefisa.

Com a maré cada vez mais favorável a seus mantenedores, pelo menos por enquanto, o presidente de honra (!!!) da Mancha Verde volta a assombrar o clube, ameaçando-o com sua candidatura à reeleição.

O Palmeiras, que, dias atrás, tornou o filho de Marco Polo Del Nero conselheiro vitalício, não pode, nem deve, correr mais esse tipo de risco, sob pena de, em sendo abandonado pelos patrocinadores, ficar à mercê dessa gente.

Associados do clube, mesmo os não palmeirenses, hão de evitar esse constrangimento.

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