Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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“Não existem más influências, existem pessoas sem personalidade própria”
Demi Lovato – é uma atriz, cantora e compositora norte-americana
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Artur! Cadê a resposta?
Com o passar dos dias do inicio de 2019, lentamente, marchamos para o quarto ano do abaixo:
Por volta do fim do mês de novembro de 2015, foram tornadas publicas algumas denuncias contra Artur Alves Junior, que, por vários anos preside o SAFESP.
– Acusação de assédio moral e sexual pela árbitra Regildênia de Holanda Moura.
– Suspeito por seu vice-presidente Leonardo Schiavo Pedalini, de indícios que utilizou o dinheiro da entidade para fins pessoais, e, de impedir a diretoria a ter acesso às contas da entidade
– Fraude na ata da Assembleia Extraordinária datada em 30/09/2015, conforme noticiado por Vanderlei Lima e Vinícius Segalla, jornalistas do site UOL, no dia 14/01/2016
Advertindo
Por diversas ocasiões pessoalmente ou fone conversei com Artur Alves Junior, dele, ouvi:
– Não irei recuar, prejudicaram-me como presidente, principalmente, na vida familiar, ocorre que, conforme informações dos órgãos competentes, está difícil encontrar endereços de alguns dos envolvidos
Rematando
Este espaço coloca-se a disposição de quem se sentir ofendido; envie e-mail para paulinhonet@terra.com.br
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Primeira Rodada da Série A1 do Paulistão 2019
Sábado 19/01
Santos 1 x 0 Ferroviária
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo
Item Técnico
Sem problemas
Item Disciplinar
Cartões Amarelos: 03 para defensores santistas e 02 para defensores da Ferroviária, corretamente aplicados
São Paulo 4 x 1 Mirassol
Árbitro: Leandro Bizzio Marinho
Item Técnico
Não foi exigido
Item Disciplinar
Cartões Amarelos: 02 para são paulinos e 02 para defensores do Mirassol
Cartão Vermelho: Para Leandro Amaro dos Santos Morais Filho, defensor do Mirassol, após ter recebido o segundo amarelo
Em Tempo
Este contumaz assoprador de latinha por mim denominado whatsapp; que trabalha dentro do insuportável politicamente correto, só fez média no item disciplinar, vez que: tivesse cumprido as leis do jogo, nos primeiros minutos deveria amarelar um dos defensores são-paulino
2ª Rodada da Série A1 do Paulistão 2019
Quarta Feira 23/01
Guarani 2 x 1 Corinthians
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo
Item Técnico
Entendi ter sido penalidade máxima favorável ao Corinthians, no momento que Francisco Bigode, defensor do Guarani, esticou o braço direito e, levemente toco na pelota
Item Disciplinar
Cartão Amarelo correto para Somoza, defensor corintiano
Palmeiras 1 x 0 Botafogo
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza
Item Técnico
Acertou no momento que marcou o toque de braço do palmeirense Dudu no costado do oponente Pará, simultâneo ao cabeceou do palmeirense, no lance que findou com a bola no fundo da rede da equipe campineira.
Falta de critério
Por não ter marcado a penalidade máxima sofrida por Dudu, em lance semelhante ao acima descrito
Inaceitável
1º – Que não tenha marcado a claríssima penalidade máxima cometida por Edu Dracena, defensor palmeirense quando do explicito empurrão no oponente Pimentinha
2º – como também a penalidade máxima cometida por Lucas Lima em um dos opostos, marcando falta fora da área
3º – Que tenha marcado a inexistente penalidade máxima em cima do palmeirense Carlos Eduardo; batida por Bruno Henrique, defendida pelo goleiro oponente
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para defensor do Palmeiras e 01 para defensor do Botafogo
No todo
Péssimo desempenho
Copa São Paulo Futebol Junior – Semifinais
Terça Feira 22/01
São Paulo 5 x 2 Guarani
Árbitro: José Guilherme Almeida e Souza (FPF) nascimento 1985 – formado no ano 2011
Item Técnico
Poucos senões
Item Disciplinar
Correto por ter amarelado com cartão amarelo: Danilo defensor são-paulino e Gabriel defensor do Guarani
Ressalva
Após metade da segunda etapa deixou de advertir com cartão amarelo o defensor da camisa 17 da equipe campineira, que: por três ocasiões cometeu faltas dignas de recebê-lo
Corinthians 2 x 2 Vasco – no tempo normal
Na decisão por penalidades
Corinthians 3 x 4 Vasco
Árbitro: Thiago Luis Scarascati (FPF) nascimento 1983 – formado no ano 2004
Item Técnico
Sem problemas
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para defensor corintiano e 01 para vascaíno
Contenda Final – Sexta Feira 25/01
São Paulo 2 x 2 Vasco – no tempo normal
Decisão por penalidades máxima
São Paulo 3 x 1 Vasco – Resultado que alçou na condição de campeão a equipe do São Paulo FC
Árbitro: Douglas Marques das Flores (FPF) nascimento 1986 – formado no ano 2006
Item Técnico
O primeiro gol da equipe são-paulina, foi originado de falta não marcada, dois ou três lances anterior
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para são-paulinos e 02 para vascaínos
Observação
A não marcação da falta que antecedeu o primeiro gol do São Paulo, pode ter influído no psicológico de alguns dos vascaínos
Política
A quem interessam os segredos do governo
Governos cometem acertos e erros, mas as decisões mais graves são aquelas que vão além das iniciativas de uma gestão e mexem com políticas de Estado.
É um desserviço ao País o decreto assinado pelo general vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB), publicado ontem. Amplia de modo preocupante o poder de decretar o sigilo de informações públicas. Inclusive o nível máximo.
Até agora, o presidente da República, o vice-presidente, ministros, comandantes das Forças Armadas e embaixadores tinham prerrogativa de classificar informações como ultrassecretas. Assim, esses dados públicos não podem ser revelados pelo período de 25 anos. Pelo decreto de Mourão, passam a ter esse poder mais de mil servidores.
Francamente, a quem interessa isso? Quem tem interesse em esconder informações do público? Sob que pretexto? Se uma informação tiver de ser mantida em segredo, será possível que isso não passe pelo ministro? Que mais de mil pessoas tenham esse poder?
O governo brasileiro está menos transparente desde ontem e respondo à pergunta do parágrafo anterior: isso interessa a quem quer tomar decisões que afrontarão a população. Potencialmente, um ambiente de menos transparência é mais favorável à corrupção. Para governo que se elegeu com plataforma de moralidade, a administração Bolsonaro toma atitude que beneficia potencialmente os desvios. Muito pouca coisa se justifica ser mantida em segredo, longe dos olhos da população. Essa definição precisa ter muito critério, muito rigor. O decreto de Mourão torna algo generalizado de modo preocupante.
A lista de quem poderá decretar o segredo inclui dirigentes de autarquias, chefes de gabinete, assessores. Inclusive pessoal comissionado, nomeado sem concurso público.
E aí, peço ao leitor que faça exercício de pensar para além de um partido, uma gestão. Você pode confiar e achar que o governo Jair Bolsonaro (PSL) tem legitimidade para decidir o que será tornado público e o que ficará em sigilo. Porém, governos mudam. Na democracia, não há perpetuação no poder. Você, que eventualmente simpatiza com Bolsonaro, gostaria de todo esse poder nas mãos de comissionados de um governo petista para decidir o que é secreto? Ou do PSDB, do MDB, do PSTU, de quem quer que seja?
Volto, então, ao princípio. Quando falamos de políticas de Estado, devemos sempre ter em mente não quem está momentaneamente no poder. Mas a ideia de que governos mudam de mãos. Deve-se pensar uma estrutura para além de pessoas. Um modelo estável, consistente e que dê garantias à população, independentemente de quem esteja. Os regimes constitucionais partem do princípio de que os marcos regulatórios são balizas e limites para governos, para ambições autoritárias, para desvios políticos e éticos.
O combate à corrupção não se faz substituindo pessoas desonestas por honestas, que farão tudo direitinho. Claro, desonestos devem ser identificados, afastados e punidos. Mas não se trata apenas de colocar “cidadãos de bem” no lugar. É preciso criar um aparato institucional que não permita a corrupção. Isso passa por marco legal que permita punir os responsáveis, por ferramentas de investigação que os identifique. E, o ponto de partida, por mais e mais transparência que permita o controle das ações de Estado.
Porque não basta o governo ser honesto. Sempre haverá possibilidade de o sucessor ser um governo desonesto. Daí ser fundamental criar uma estrutura de Estado que vá além de presidentes e mandatos. Algo que fique. De modo que, seja honesto ou corrupto, o governo Bolsonaro deu passo na direção de deixar o País menos transparente. Portanto, mais vulnerável a desvios.
Mourão não sabe o que assinou

Sabe o mais preocupante sobre esse decreto? O general vice-presidente, no exercício da Presidência, não sabe o que assinou. Sei nem se leu. Ao jornal O Globo, ele disse: “Só o ministro que pode dar essa classificação (ultrassecreta)”, afirmou sobre os documentos. Não é o que diz o decreto que leva sua assinatura.
Érico Firmo – Colunista de Política e editor do O POVO Online – Publicado no dia 25/01/2019
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Finalizando
Governo do Povo, pelo Povo, para o Povo
Abraham Lincoln- foi um político norte-americano que serviu como o 16° presidente dos Estados Unidos
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Chega de Corruptos e Corruptores
Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-26/01/2019
Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar em nosso canal do YouTube.
Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:
*A coluna é também publicada na pagina Facebook: “No intervalo do Esporte”
*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.
