Brasil vai às urnas para derrotar o Fascismo

O povo brasileiro tem importante missão durante todo o dia de hoje, em que se dará, em primeiro turno, a escolha do grupo que comandará o país nos anos que estão por vir.
De um lado, partidos desgastados por um sistema político corrompido, do qual boa parte dos postulantes se lambuzou.
Do outro, o fascismo.
Em meio à confusão de pensamentos, o eleitor menos esclarecido tem se juntado, por indignação, a um grupo de pessoas que não se constrange em aprovar os hábitos de torturadores, homofóbicos, racistas, e demais deploráveis.
O atrativo, espécie de queijo da ratoeira, é o discurso de combate à corrupção, que, por razões óbvias, é desejo de qualquer pessoas decente.
Criou-se a figura de um “Mito”, personificada em Jair Bolsonaro.
Esperto, o parlamentar adotou para si praguejos populares contra o sistema – do qual faz parte há três décadas – que misturaram-se com a agenda ultra-radical de direita e seus problemas pessoais de criação, como a homofobia, o racismo, etc.
De figura folclórica passou a encorpar-se politicamente quando parte da população, em meios aos desmandos do PT, fomentada pela incultura, passou a pedir a volta dos militares ao poder.
As Forças Arnadas, sem a coragem de assumir o desejo, uniram-se ao popular capitão, e, juntos, com a ajuda doutros aliados com objetivos semelhantes, iniciaram o movimento que hoje lidera as pesquisas, ainda sem maioria absoluta, de opinião pública.
Parte do povo esperançoso e indignado, mas profundamente desinformado, comprou a ideia e passou a portar-se com idolatria semelhante a dos alemães que tratavam Hitler como grande salvador dos problemas da nação.
Não há solução fora da democracia e do respeito à constituição.
Existem alternativas, nesta eleição, representantes de todos os pensamentos políticos, que, se não surgem como o sonho de mudança tão desejado (embora, talvez, possam ser), ao menos submetem-se à vontade popular, não representando afronta a direitos que demoraram, por vezes, séculos para serem conquistados.
Nos últimos anos, tivemos um ex-presidente preso e dois afastados por impeachment, ações possíveis porque, na democracia, mesmo com suas falhas, o poder tem que emanar do povo.
Alguém consegue imaginar gente como Bolsonaro e seus milicos submeterem-se a esse tipo de situação ?
Eis a diferença, e o risco.
O Brasil precisa percorrer o caminho mais longo, e seguro, das mudanças, ou seja, apostar na educação, no fim da cultura da “esperteza”, no estímulo à cidadania, não buscar o perigoso atalho de um “salvador da pátria” irreal, forjado em princípios pessoais incompatíveis com a diversidade e pluralidade de comportamento e pensamento da população nacional.
Política se discute, fascismo precisa ser combatido.
Que o povo tenha juízo, serenidade e pare para pensar antes de colocar contra si, por livre e espontânea vontade, a chibata do feitor.

“A diferença entre uma democracia e uma ditadura consiste em que numa democracia se pode votar antes de obedecer às ordens”
Charles Bukowski – foi um poeta e escritor alemão
Para de ser patético! Fascismo é esse jornalismo medíocre que você passou a fazer. Gente do bem não tem com o que se preocupar. Fascismo é tirar hospitais dos pacientes, policiais das ruas, escolas das crianças… E é isso que a corrupção faz ! Sabe quem não vota no Bolsonaro? PCC, CV, pedófilos, sequestradores…
PAULINHO NAO ME LEVA A MAU MAS EU CRAVEI 17
SOMENTE UM MILITAR PRA BOTAR ORDEM NESSA FUZARCA QUE VIROU O PAIS
E QUE BELEZA, GOULAR, TUMA, FICARAM DE FORA.
AGORA O EDU GAGO GAVIAO VAI MAMAR A PARTIR DO ANO QUE VEM ????? E A MULHER DO MANE DA CARNE ?????
AH , AINDA TEM O GABINETE DO FILHO DO GOULAR PRA ESSA TURMA MAMAR
MAS O PAI JA FOI DESPACHADO
E ESSE TUMA NAO GANHA UMA,IMPRECIONANTE