Neymar e o hábito crônico de simular

(trecho da coluna de TOSTÃO, na FOLHA)
“Receio, repito, que Neymar cometa um grande equívoco, ao acreditar que suas quedas exageradas sejam consequência de marcação de faltas violentas, e não do seu comportamento teatral”
“Isso começou na adolescência, uma maneira divertida de enganar os outros, que não foi corrigida”
“Tornou-se um hábito crônico, uma repetição instintiva, ridícula, sem controle”
“Neymar precisa abandonar essa postura, sem deixar de ser individualista, agressivo e criativo, que fizeram dele o craque que é”
“Neymar, drible, drible, no momento certo, sem cai cai”
