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Pescarmona e demais associados perdem ação em que queriam obrigar Palmeiras e Paulo Nobre a reconstruir quadras de tênis no clube

Paulo Nobre e Pescarmona

Em dezembro de 2015, os associados palestrinos, Wlademir Pescarmona, Luiz Fernando Vallejo Peredo, Almir Gomes do Nascimento, Maurício Antônio Freite e Antônio José Joiozo, ingressaram com ação contra o Palmeiras e seu então presidente, Paulo Nobre, por conta de divergências no entendimento de parte do contrato do clube com a WTORRE.

O litígio específico se deu por conta da quantidade de quadras de tênis reconstruídas pela incorporadora.

Segundo contrato entre WTORRE e Palmeiras, o clube cedeu parte do terreno para as obras do estádio e, em troca, teriam que ser reconstruídos os departamentos desalojados.

Os processantes alegaram que existiam, antes da reforma, sete quadras de tênis, duas de Squash e dois paredões de treinamentos, e que, após o fim das obras, restaram apenas quatro quadras de tênis.

Pediram, então, a condenação da WTORRE e de Paulo Nobre, por “não cobrar a execução do acordo”, a repor no clube a estrutura anterior.

De cara, a juíza Andréa Galhardo Palma, da 3ª Vara Cível, julgou improcedente a acusação contra Paulo Nobre, que assumiu a presidência quando todos os contratos já estavam assinados a as obras erguidas.

Por fim, o processo foi julgado improcedente, porque, no acordo entre WTORRE e Palmeiras, era especificada a obrigatoriedade de reconstrução dos departamentos atingidos, dentro de que comportaria o espaço restante, sem, porém, especificar quantidade de quadras, etc.

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