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Tite arrisca ao indicar Neymar como capitão da Seleção Brasileira

Neymar na apresentação à Seleção Brasileira para amistosos após a Copa de 2018

Ontem, o treinador Tite estabeleceu que, daqui por diante, a Seleção Brasileira terá como seu capitão, acabando com o estapafúrdio rodízio executado em plena Copa do Mundo de 2018, o atacante Neymar.

Trata-se de grande risco, com enorme possibilidade de, em mantendo-se o quadro atual de comportamento do atleta, transformar-se em enorme erro de avaliação.

Não há sinal algum de amadurecimento relevante de Neymar nos últimos tempos.

Pelo contrário.

Dentro de campo o jogador busca redimir-se do papelão protagonizado no Mundial, em que tornou-se piada por conta de simulações de faltas ou, em alguns casos, exageros quando, de fato, era atingido, além de reclamações incabíveis com a arbitragem.

Talvez, nesse particular, com um mínimo de inteligência, consiga melhorar.

Difícil será mudar a postura pessoal, fora de campo, com forte influência do pai, que, para piorar, é também seu agente de negócios.

Não à toa, após passar apuros com a Justiça Espanhola por conta de calote no Fisco, com o Santos e o Barcelona, por ajudar a ocultar dinheiro subtraído de ambos os clubes, tendo ainda jogado pelo primeiro, numa final de mundial de clubes, contratado pelo segundo, que era o adversário na partida, Neymar volta a ser notícia por prática criminosa, acusado que é pela Prefeitura de Santos de sonegar novos R$ 4 milhões, desta vez em impostos municipais.

Somente esse quadro, fosse qualquer outro jogador menos conhecido, inviabilizaria ocupar cargo de liderança numa Seleção Brasileira.

Nesta semana, novos episódios aconteceram: a necessidade de aparecer mais do que os outros, personificada no “modelito” amarelo com que se apresentou a Tite, e, entre outras coisas, ser conhecido como “chefe do Bullying”, em que jovens atletas fingem gostar – para não perderem a chance de novas convocações, das ‘brincadeiras” das quais são vítimas quando novatos na Seleção.

Além disso, não há necessidade de ser nenhum gênio para perceber que Neymar precisa, além de jogar futebol, permanecer o mais longe possível da comunicação com a arbitragem, absolutamente inadequada para garotos mimados e marcados pela prática da trapaça no campo de jogo.

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