Saída de Superintendente da Arena de Itaquera é efeito do Corinthians nas mãos de Rosenberg

Na última semana, o Superintendente da Arena de Itaquera, Lucio Blanco, pediu demissão do Corinthians após diversos conflitos com o “primeiro ministro” Luis Paulo Rosenberg.
Blanco era o último remanescente entre os funcionários que chegaram ao Parque São Jorge, em 2000, pela mãos da Hicks Muse.
À partir de 2007, aproximou-se do recém eleito Andres Sanches e passou a cuidar da arrecadação e venda de ingressos do Timão no Pacaembu; com a inauguração da Arena, foi alçado à superintendência de operações, já que a bilheteria está sendo tocada pela OMNI.
Rosenberg, oficialmente, ocupa o cargo de diretor de marketing, mas está dando ordens em todos os setores do Corinthians.
Lucio Blanco, que já havia entrado em conflito com o cartola alvinegro no período das obras da Arena, insatisfeito com a ingerência e, mais ainda, com as idéias propostas, decidiu abandonar o clube.
Andres Sanches, que tratava, publicamente, o agora ex-funcionário alvinegro como um de seus “braços direitos”, submisso aos desejos de Rosenberg aceitou a demissão, pouco ou nada fazendo para demovê-lo da ideia.
