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O significado dos quase R$ 10 milhões em comissão na venda de Jô ao futebol japonês

Ao pagar quase R$ 10 milhões de comissão numa venda próxima dos R$ 30 milhões (30% quando o praxe é 10%), no negócio envolvendo a transferência do atacante Jô ao futebol japonês (informação do Blog do Juca Kfouri), a gestão “Renovação e Transparência”, há mais de dez anos no poder do Corinthians, “assinou” uma “obra” de desvios de conduta responsáveis por enriquecer dirigentes que, antes do clube, não tinham onde cair mortos.

Em exemplo, antes de 2007, Andres Sanches morava de aluguel na Zona Oeste de São Paulo, André Negão sobrevivia, na Vila Maria (local em que também residia) do que auferia na contravenção, Raul Corrêa da Silva era dono da pequena RCS contabilidade, Roberto Andrade mero vendedor de carros de uma Concessionária de Veículo no Tatuapé, Eduardo “gaguinho” Ferreira, um desempregado que fazia “bico” nos Gaviões da Fiel.

Hoje, Sanches está milionário, possui diversos negócios no ramo de entretenimento, além de imóveis luxuosos no Brasil e no Exterior.

André Negão largou a Vila Maria -apesar de, dizem, manter por lá o antigo negócio – e mudou-se para milionária cobertura no Tatuapé, sendo dono também doutros imóveis e de uma marca de roupas conhecida no meio do futebol.

Raul associou-se à internacional BDO e com ela enriqueceu, concomitantemente ao exercício de assinaturas de contratos com a Odebrecht (para o estádio de Itaquera) – fechando, depois, contratos de sua empresa com a construtora, além de ter avalizado balanços do Corinthians, tratados como fraudados, assinado por auditores de seu íntimo relacionamento, e colocado o clube nas páginas policiais, indiciado que foi por sonegação fiscal.

Eduardo “gaguinho” Ferreira, do desemprego avançou à casa própria e à propriedade de empresas que, coincidentemente, eram responsáveis por contratos milionários de construções sob responsabilidade direta e indireta do Corinthians.

Recentemente, o ex-diretor de futebol do Timão assumiu ter sido o responsável pelo recebimento, absolutamente imoral, de cheque do empresário Carlos Leite, R$ 200 mil para comprar votos à favor de Andres Sanches à presidência alvinegra, dinheiro este que, por razões óbvias, não é fruto de caridade.

Roberto Andrade, de vendedor da “Nova Veículos” avançou a dono de parte do empreendimento, comprando percentuais do negócios que antes, numa vida inteira de trabalho, não teve recursos para adquirir.

Vale lembrar: nenhum deles, em momento algum, recebeu remuneração (oficial) do Corinthians nos últimos onze anos.

Voltando ao novo “Caso Jô”, não é a primeira sacanagem em que o Corinthians é envolvido na venda do mesmo jogador para remunerar os mesmos empresários.

Somente quem não viveu no planeta Terra durante a década passada desconhece que Giuliano Bertolucci trabalha para ocultar Kia Joorabchian e que este, desde sempre, divide seus ganhos auferidos em negócios alvinegros com o deputado federal Andres Sanches.

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