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Lançamento de candidatura de ex-obsessivos agrada oposição, mas deixa Andres Sanches preocupado

Felipe Ezabella, Raul Corrêa da Silva, Sergio Alvarenga e Fernando Alba

O Blog do Juca revelou, ontem, que o grupo antes denominado “Corinthianos Obsessivos”, agora “Corinthians Grande”, decidiu lançar, no próximo dia 30, candidato às eleições no Parque São Jorge, confirmadas para 03 de fevereiro de 2018.

A informação surgiu um dia após o Blog do Paulinho contar que o grupo “Renovação e Transparência”, de Andres Sanches, a quem os “obsessivos” serviram por uma década, estuda uma reaproximação, em tentativa de encorpar a candidatura do parlamentar, que não decolou como se esperava.

Fica a impressão que o “Corinthians Grande”, em verdade, joga para aumentar o valor da adesão.

Mais interessante do que os nomes listados como possíveis candidatos, todos ligados até outro dia à gestão alvinegra, é a não citação, certamente ocultada pelo grupo, da pessoa que vem bancando não apenas as reuniões (que são realizadas sob patrocínio da sua empresa), mas também a propagada “parceria” com a Universidade do Futebol.

Trata-se do ex-diretor financeiro Raul Corrêa da Silva, dono da BDO/RCS, responsável por assinar todos os documentos do acordo entre Corinthians, Odebrecht e também Caixa/BNDES, nas gestões Andres Sanches e Mario Gobbi, e também um com Roberto Andrade (aquele que quase transformou-se em impeachment do presidente), acusado pelo atual diretor financeiro, Emerson Piovesan, de “maquiar” as contas do clube, contratando empresas de auditorias desconhecidas no mercado, mas ligadas a ex-funcionários de sua empresa, sem contar as suspeitas que recaem sobre dois contratos assinados, privadamente, para executar serviços com a construtora da Arena, meses após a conclusão da obra, que teriam rendido-lhe R$ 5 milhões.

É o dinheiro de Raul Corrêa, com ou sem origem, que banca a aventura de um grupo que precisou mudar de nome para ressurgir como “novidade”.

O impacto político da informação de um candidato próprio do “Corinthians Grande” foi aquém do esperado:

  • a oposição alvinegra recebeu a notícia e comemorou, acreditando que os ex-obsessivos, no caso de disputarem até o final, dividirão votos com a situação (do qual eram parte até ontem);
  • o grupo de Andres Sanches se preocupou, sabedores de que a fatura para união de forças, se acontecer, ficará bem mais cara.

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