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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“A verdade não é uma crença, é inteligência absoluta. É uma chama acima das fontes ocultas de sua vida, é uma experiência iluminante de sua consciência”

Osho Acharya Rajneesh: foi um místico, guru e professor espiritual indiano

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Chip na Redonda

Houvesse o mínimo de respeito dos dirigentes da CA-CBF, principalmente, do todo poderoso Sergio Correa da Silva para com o recato no transcurso das contendas, certamente, lances duvidosos, semelhantes aos ocorridos nas contendas nas contendas: Atlético-PR 2 x 2 Atlético-GO, e, Atlético-MG 1 x 0 São Paulo, realizadas na Quarta Feira 11/10/2017, quando da ultrapassagem ou não da redonda pela linha da meta, seriam clareados.

27ª Rodada da Série A do Brasileirão – 2017

Quarta Feira 11/10

Atlético-PR 2 x 2 Atlético-GO

Árbitro: Dyorgines Jose Padovani de Andrade (ES)

Assistente 01: Fabiano da Silva Ramires (ES)

Assistente 02: Vanderson Antonio Zanott (ES)

Adicional 01: Devarly Lira do Rosario (ES)

Adicional 02: Felipe Duarte Varejão

Item Técnico

01 – Correto no instante que sinalizou penalidade máxima cometida por Willian, defensor da equipe visitante no instante que esticou o braço direito para desviar a trajetória da redonda; pós-cobrança, goleiro Marcos efetuou a defesa

Controvérsia

Quanto ao tento de empate 1 x 1 favorável a equipe da casa, ocorrido, após o cabeceio efetuado por Guilherme, no instante que o goleiro, próximo do poste direito, espalmou a redonda para sua frente

Via TV

No ato, apesar do distanciar da imagem que nos foi proporcionada, concordei com a determinação do árbitro.

Replay

Na repetição do fato, observei, que quando do espalmar do goleiro, um mínimo da bola, estava abaixo do travessão

Item Disciplinar

Advertiu corretamente 03 defensores da equipe mandante e 02 da equipe visitante

Corinthians 3 x 1 Coritiba

Árbitro: Claudio Francisco Lima E Silva (SE)

Item técnico

O principal representante das leis do jogo e assistentes cumpriram suas funções com poucos senões, o maior deles, exagerado conversar do árbitro com alguns dos litigantes

Item Disciplinar

Acertou nos momentos que advertiu 01 dos defensores corintiano e 03 dos defensores da equipe campineira

Quinta Feira 12/10

Ponte Preta 1 x 1 Santos

Árbitro: Rafael Claus (FIFA-SP)

Item Técnico

Trabalho aceitável do principal representante das leis do jogo, sequencialmente, dos seus assistentes

Item Disciplinar

Aplicou corretamente 03 cartões amarelos para defensores da Ponte Preta e 02 para santistas, igualmente, por ter dado o segundo amarelo para Fernando defensor da equipe campineira

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Politica

Aécio não está livre, Senado não resolveu problema, e Supremo tem muito o que julgar

O senador Aécio Neves, presidente licenciado do PSDB, virou uma batata quente para o Judiciário e o Legislativo. Por ora, deixou de ser um problema imediato do Supremo para ser o principal problema do próprio Senado, que, ao dizer “não” ao seu afastamento e à Primeira Turma do STF, na próxima terça-feira, estará obrigado a ter sua própria solução para Aécio. No Conselho de Ética? O histórico das decisões ali é claramente corporativo.

A manobra para transformar a votação no plenário do Senado nem parece uma tentativa desesperada de mudar o resultado, mas apenas para “proteger” os senadores dos seus próprios votos. Vão deixar as evidências contra Aécio por isso mesmo? Eles se acertam entre eles e não querem que seus eleitores fiquem sabendo como votam?

Apesar disso, a roda continua girando: Aécio sobrevive agora, mas tem um encontro inexorável com a Justiça; o Senado está livre da acusação de confrontar o Supremo, mas é justamente a casa dos três campeões de inquéritos com foro privilegiado; e o Supremo rachou ao meio para resolver o impasse com o Senado, mas, mais cedo ou mais tarde, vai ter de julgar não só Renan Calheiros, Romero Jucá e Aécio Neves, mas os demais parlamentares investigados.

O que esteve, e está, em discussão no Supremo é se os fins justificam os meios. Há ministros que, como a sociedade em geral, cansaram da confusão entre imunidade parlamentar e impunidade – como disse o relator da Lava Jato, Edson Fachin – e da velha tradição brasileira de “prender os miúdos e proteger os graúdos” – como acrescentou, em bom e claro português, o ministro Luís Roberto Barroso. De certa forma, tentam um atalho rápido para punir quem eles julgam que deva ser punido. No caso de Aécio, o atalho é o artigo 319 do Código de Processo Penal.

Do outro lado, há ministros “garantistas”, como o novato Alexandre de Moraes, defendendo que as leis se submetem à Constituição, não o contrário. Ela, a Carta Magna, só prevê prisão de parlamentares em caso de flagrante delito inafiançável, como o Supremo julgou e o Senado acatou quando o senador Delcídio Amaral foi gravado acertando dinheiro e alternativas de fuga para potenciais delatores. Para esses ministros, a ordem jurídica está acima de tudo. Não há atalhos, há o caminho constitucional.

É uma discussão importante, num País que efetivamente vive um eterno “pacto oligárquico” (outra expressão de Barroso) que se ramifica por todas as regiões, Estados, cidades e setores e está na mente de cada um. Aos poderosos, tudo; aos pobres e desvalidos, a lei – e as prisões fétidas, as humilhações, as condições vis, a renda precária, a pior educação, a pior saúde.

A Lava Jato, porém, já tem quebrado esse pacto, ao desvendar a corrupção e investigar presidentes da República, líderes dos principais partidos, banqueiros, donos das maiores empreiteiras e produtoras de carne, altos executivos de estatais e empresas privadas. É um avanço, uma herança e tanto para as futuras gerações, desde que não se use o bom pretexto de acabar com a impunidade dos poderosos para “dar um jeitinho” na Constituição e nas leis, “quando necessário”.

Mal comparando, quando se acha que “um pouquinho de inflação não faz mal a ninguém”, a inflação dispara, implode os indicadores macroeconômicos e quem acaba pagando o maior preço é o mais fraco. Achar que atalhos jurídicos fazem bem à sociedade e mal aos corruptos pode ter um efeito oposto: favorecer os corruptos e prejudicar a sociedade, com efeito danoso sobre todo o fantástico trabalho da Lava Jato. Aécio não é santo, mas precisa ser investigado e julgado à luz da Constituição. Os fins, por mais nobres que sejam, não justificam os meios.

Autora da Jornalista Eliane Cantanhêde – Publicado no Estadão do dia 13/10/2017

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Justiça

A misteriosa decisão da maioria dos componentes do STF a favor do devasso senador Aécio Neves, inclinou em muito a pouca credibilidade da população em relação as suas deliberações; vez que, estes fatos, incentivam o continuar das indecências praticadas por maioria dos congressistas e seus semelhantes das diversas legislativas deste corrupto e corrompido Brasil, brasileiro

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Finalizando

O Poder Judiciário perdeu musculatura constitucional, abriu mão de sua força e independência

Citação do jurista: Walter Maierovitch

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-14/10/2017

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar pela rádio Rock n’ Gol e pelo YouTube:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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