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O COB se livra da nefasta figura de Nuzman

Para felicidade da comunidade olímpica nacional, o malfeitor Carlos Arthur Nuzman renunciou, agora há pouco, à presidência do COB (Comitê Olímpico Brasileiro).

Foram décadas de incompetência, corrupção e maldade.

Preso, o dirigente terá agora outros objetivos para se preocupar.

Desde economizar recursos para pagar advogados, até evitar problemas dentro do sistema carcerário, que costuma não ser simpático à arrogância.

A queda de Nuzman é apenas o começo de uma reformulação que precisa ser pensada, e tocada, por atletas e pessoas comprometidas com o esporte, que nada tem a ver com os atuais dirigentes de Confederações, absolutamente covardes, muito menos a atual direção do COB, subserviente e comprometida com o poder corrompido que tinha em Nuzman seu principal beneficiário e gestor.

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