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Mais uma mancha, ocasionada por dirigentes, na história do Fluminense

O Fluminense é suspeito de pagar propina ao Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, para liberar o estádio Giulite Coutinho, até então sem as condições mínimas de segurança a seus próprios torcedores.

Talvez o América/RJ tenha sido conivente com a tramoia, fato este em vias de apuração.

Este vexame junta-se a outros conhecidos, entre os quais os ajustes para escapar da terceira divisão do Brasileirão (sendo alçado diretamente à primeira) e, em caso que se assemelha em procedimentos ao dos Bombeiros, a suposta compra, intermediada pela patrocinadora, da alma e bolso de cartola da Portuguesa, também para evitar rebaixamento.

Espera-se, evidentemente, que os responsáveis pela corrupção no caso do estádio Giulite Coutinho (que, por ironia, foi o único presidente da CBF, dos últimos anos, com a honra intacta) sejam severamente punidos, se possível, com prisão.

Além de expor um clube com a história tricolor a procedimentos deploráveis como corruptor, colocaram em risco a integridade dos torcedores, da equipe e adversários, por conta de ganância e falta de decência, habituais da cartolagem nacional.

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