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30 anos: o dia em que o Brasil superou o invencível

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Acabo de assistir, e confesso, emocionei-me novamente, ao vídeo com os melhores momentos da vitória da Seleção Brasileira sobre os até então invencíveis americanos, por 120 a 115, que valeu o título do Pan-americano de Indianápolis, em 1987.

Foi, seguramente, a maior atuação da história do basquete nacional.

Os EUA vinham de uma sequencia com mais de 70 vitórias consecutivas e nunca havia perdido para ninguém em seu território.

Dos 120 pontos brasileiros, 46 foram de Oscar e 31 de Marcel, na maior atuação pessoal de suas vidas.

Vale a pena conferir não apenas a incontida vibração dos brasileiros a cada ponto conquistado, como também a aparência de incredulidade americana.

Uma seleção que tinha no comando Ari Vidal, e como presidente do COB a antítese de Carlos Nuzman, um homem de bem chamado Sylvio de Magalhães Padilha.

Os heróis daquela decisão foram:

Guerrinha (2), Marcel (31), Oscar (46), Gerson (12), Israel (12), Paulinho Villas Boas (7), Rolando (0), Cadum (8) e Pipoka (2). Técnico: Ari Vidal

Pelos Estados Unidos atuaram:

David Robinson, Danny Manning, Rex Chapman, Pooh Richardson, Pervis Allison, Willie Anderson, Keyth Smart, Ricky Berry, Fennis Dembo, Dean Garrett, Jerome Lanne e Jeff Lebo. Técnico: Denny Crum.

Inesquecível !

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2 Respostas to “30 anos: o dia em que o Brasil superou o invencível”

  1. Sócrates de Oliveira Says:

    uma bela conquista.. mas supervalorizada, contra um time universitário… o único jogador dos EUA que acabou sendo um jogador de ponta foi O David Robinson. os outros foram tudo meia boca.

  2. Paulo Cesar Says:

    Concordo totalmente com o comentário de Sócrates de Oliveira. Time dos EUA era totalmente meia boca. Mas para um país que valoriza um título de um torneio de verão como o do Sírio em 79 como se fosse “mundial” é de se esperar tudo. Oscar ainda se acha a última gota d’agua do deserto dizendo que seria um dos mais bem pagos do mundo se fosse para a NBA. Ora, era apenas um bom arremessador que não teria a mínima chance de sucesso diante da marcação da NBA. Não me ufano de meu país. Oscar é um cara chatíssimo e super valorizado.

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