Até quando o Palmeiras submeterá milhões de reais à incompetência da WTorre ?

Depois de um período em que o Palmeiras, por conta da coragem do ex-presidente Paulo Nobre, agiu para minimizar os efeitos de um contrato desproporcional com a WTorre, vencendo-a em litígio na arbitragem, apesar dos efeitos da conquista ainda não terem sido, efetivamente, todos eles reparados, o clube retornou à fase da submissão, em que o novo mandatário alterna mãos a serem beijadas.
É inadmissível que um elenco montado à custo que supera os R$ 100 milhões seja submetido a jogar num pasto tão deplorável quanto o gramado da Arena Palestra, cada vez entregue em pior qualidade pela “parceira”, mesmo em períodos sem a incidência de shows.
Se o Palmeiras é tratado pelo seu próprio torcedor pela alcunha de “porco”, a WTorre, que já disse dezenas de vezes “ter resolvido”, sem resolver, o problema do gramado, transformou um estádio, que deveria primar pela modernidade, num gigantesco “chiqueiro”.
Um presidente sério já teria resolvido a questão, contratando uma empresa decente para cuidar do tapete por onde desfilam seus principais ativos, mandando, depois, a conta para quem de direito, nem que seja descontando do borderô a parte das cadeiras que costuma remunerar a construtora.
O que não pode, por sorte ainda não aconteceu, mas está sob risco de ocorrer, é o clube, por conta deste problema, perder jogadores caríssimos, contundidos, vítimas do desleixo de quem preocupa-se apenas com a sua parte do contrato.
