Sobre o “épico” Palmeiras e Cruzeiro

Palmeiras e Cruzeiro empataram em três a três pela Copa do Brasil em partida com ares “épicos” por conta do clube mineiro, fora de casa, ter saído à frente com três a zero, quase tomando a virada no período final.
Em análise fria, concluímos:
- é nítida a falta de regularidade de ambas as equipes, com boa parte dos gols oriundos de falhas inadmissíveis de setores defensivos, quando não fracos, mal cobertos pelo meio-campo.
- Mano Menezes realiza trabalho medíocre; Cuca ainda tenta montar um time;
- a vantagem de jogar numa Arena com a atmosfera da Palestra é nítida e foi responsável, certamente, diante de um adversário moralmente enfraquecido, por boa parte da recuperação palestrina;
Por fim. apesar de muitos terem relembrado, foi bom que o empate permaneceu no marcador, evitando comparações com o jogo, este sim inesquecível, em que Romário fez chover no antigo Parque Antártica, em virada do Vasco da Gama contra o Palmeiras, pela extinta Copa Mercosul de 2000.
