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Justiça nega soltura a torcedores ligados à criminosa “Mancha Verde”

Leila Pereira e Paulo Serdan

Decisão do TJ-SP negou a soltura de torcedores ligados à facção criminosa “Mancha Verde”, que alegavam sofrer “constrangimento ilegal” por estarem presos, condenados, em primeira instância, a seis anos no regime “semi-aberto”.

Todos partícipes de episódio de violência que culminou em morte de um trabalhador que sequer comparecia a estádios de futebol.

Os réus queriam responder em liberdade enquanto o JECRIM alegava ser necessário o encarceramento diante dos repetidos descumprimentos de acordos das partes (de não frequentar estádios) e também para garantir a integridade física doutros torcedores (principalmente adversários).

Renan de Abreu Lima, Thiago Rubens Vaz Pinheiro dos Santos, Pedro Gerson Lisboa de Souza e Eduardo Leandro Oliveira Sampaio Luz seguirão, então, presos até julgamento do recurso final.

Vale lembrar, a Mancha Verde voltou a se relacionar com a diretoria do Palmeiras, da qual recebe “vantagens”, e foi objeto de generosa doação financeira de conselheira do clube, Madame Leila Pereira, casada com o dono da Crefisa.

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