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Antonio Carlos Zago e as demonstrações de desvios de caráter

Quando jogador, Antonio Carlos Zago esfregou a mão sobre o antebraço, em gesto para demonstrar a “cor da pele”, no intuíto óbvio de indicar superioridade diante do adversário, negro.

A injuria racial explícita foi repudiada por todo o mundo do futebol.

Enquanto dirigente do Corinthians, Zago fez o Diabo nos bastidores, desde transações suspeitas de jogadores até promoção de “festas” com garotas, digamos, profissionais, envolvendo-se, segundo testemunhas, com seguranças e liberando a esbórnia para seus atletas.

Um escárnio que quase culminou na demissão de Ronaldo “fenômeno” do clube antes mesmo da estréia, contra o Palmeiras, em que a autoria de um gol no final da partida acabou por minimizar a crise gerada pelo vazamento das incursões, ao lado de Andres Sanches, na véspera do embate, na ‘Boate” Pop’s Drinks, em Presidente Prudente.

O tempo passou e Antonio Carlos não se emendou.

No último final de semana, em atuação ridícula, o treinador do Internacional simulou inexistente agressão do adversário, demonstrando que os desvios de caráter, notórios em sua vida, não se tratam de eventos em períodos isolados.

Zago é a clara representação de grande parte do povo brasileiro, afeito a levar vantagens a qualquer custo, que sai às ruas para reclamar da corrupção que muitos deles cometeriam se estivessem no lugar dos políticos de Brasília.

Lamentavelmente, diferentemente do que se esperava, o exemplo de fair-play de Rodrigo Caio trata-se, em verdade, de episódio isolado que não servirá de alavanca para a mudança de comportamento, tão almejada e desejada pelos que sonham um dia viver num país mais decente.

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