“Me paga ou vende o Marlone”

O Corinthians foi colocado na parede, semanas atrás, pelo empresário de jogadores Fernando Garcia, irmão de Paulo Garcia, dono da Kalunga, principal financiador das campanhas a deputado federal de Andres Sanches (PT) e a vereador do ex-bicheiro André Negão (PDT).
“Me paga ou vende o Marlone” disse o agente à diretoria, cobrando suposta dívida de comissionamento, segundo fonte ligada à comissão técnica.
Esta é a razão principal do Atlético/MG ter entrado no circuito para contratar o atleta.
Os mineiros foram procurados pelo agente (responsável pela carreira do jogador) que, recentemente, foi convidado a se retirar do conselho do alvinegro de Parque São Jorge.
Levando-se em consideração que no medíocre elenco, que sequer classificou-se para a Libertadores 2017, Marlone era um dos melhores entre os piores, fica claro que presidente e diretor de futebol nada mandam no clube, submissos que são à política de gestão esportiva, implementada por Andres Sanches, de “parceria” com empresários, quase sempre com decisões desfavoráveis ao Corinthians.
Em tempo: como parte das negociações com Fernando Garcia, o Corinthians tenta a contratação do atacante Pottker, da Ponte Preta, também agenciado pelo empresário.
