Odebrecht esculacha com Andres Sanches após pronunciamentos de Roberto Andrade

Marin prossegue humilhando Andres Sanches

Nas últimas semanas, acossado pelo impeachment que lhe bate a porta, o presidente do Corinthians, Roberto “da Nova” Andrade, que sempre atuou, nos últimos anos, em conivência à Odebrecht e subserviência ao deputado federal Andres Sanches, chutou o balde contra os interesses de ambos.

Teme, evidentemente, não apenas a perda do cargo, mas, principalmente, a mão pesada do juiz Sérgio Moro.

As reações, evidenciadas em trocas de Notas Oficiais (de Corinthians e Odebrecht) estão cada vez mais furiosas (e entreguistas) entre as partes .

Fica nítido que existiu (e existe) desvios de conduta de todas as partes.

Antes do último pronunciamento do clube (que assistiu razão às denúncias do jornalista Juca Kfouri, dando conta de que existe possibilidade do estádio desmoronar, constrangendo parte de uma “imprença” que em vez de investigar, invejosa, partiu para a chacota), executivos da Odebrecht reuniram-se com Andres Sanches e detonaram-no, em reunião que cobrou-lhe a “parceria” prometida antes da assinatura do primeiro contrato.

Quem soube diz que o parlamentar foi literalmente esculachado.

Apesar disso, ambos, Odebrecht (através do engenheiro Ricardo Corrégio) e Andres Sanches, mantem-se unidos em mesmo escritório, mesa a mesa, numa sala dentro do estádio em Itaquera, donde, em conjunto, planejam os vazamentos de informações e boatos (mantendo controle sobre a auditoria “independente”) que tem por intuíto minar a gestão do agora desertor Andrade.

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