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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Oh! Gritarei a verdade mesmo no meu silêncio”

Honoré de Balzac – foi um politico e escritor francês notável

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Correndo da Raia

Anos passado, em um fim de novembro ou início de dezembro, numa tarde que estava em minha casa, atendi telefonema do Arthur Alves Junior, à época , como no hoje, presidente do SAFESP

Almoço

1

Em rápida conversa, Arthur perguntou sobre a possibilidade de almoçarmos e batermos um papo sobre acontecimentos no SAFESP; respondi: que naqueles dias estava com problemas devido minha atividade profissional, de pronto, Arthur afirmou: após o Natal e passagem do ano, voltarei a ligar e marcamos uma data

Em aberto

Arthur não ligou, nem cancelou o convite, pra mim, este comportamento, se assemelha ao não encerramento de assembleia da categoria. Não encerrada! Permanece aberta

Jogo limpo

Conforme publicações nos órgãos de imprensa e blogs, Arthur é acusado de diversas irregularidades, baseado nestas acusações, desde então, por este espaço, tenho emitido opiniões, dentre estas, meu desapontar ao comportamento do denunciado, como também, dos denunciantes

Inquirição

O diz que diz sobre abertura ou não do BO, como também, da sindicância para elucidação do ocorrido, chamou minha atenção

Clarear

Reforcei que  sempre fui e sou adepto do papo pessoal, sendo assim, na tentativa de esclarecer os fatos, através de amigo, o presidente do SAFESP ficou ciente do meu aceite ao convite para almoçarmos, como também, que explicasse sobre os fatos, permitindo a presença de testemunha (s), sequenciada por gravação, vez que, meu objetivo é resumir e escrever sobre os assuntos abortados, perguntas e respostas; por este motivo: se árbitro, jornalista, dirigente ou acompanhador do futebol, colocasse dúvida, a gravação seria publicada

Cansei

Por todo este tempo entendi que Arthur Alves Junior empurrou o convite e nosso papo com a barriga, com este comportar, me faz crer que tem algo de podre em sua administração

Delatores

São sabedores que os convidei para desertarem sobre suas revelações; não aceitaram

Expurgação

Por este e outros motivos sou favorável que a parte decente dos componentes do MP inicie com a máxima “Urgência” operação Lava Jato nas administrações dos clubes de futebol profissional, como também, nas entidades paralelas, em especial, as entidades árbitros

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Lembranças

Dentre as várias e verdadeiras história de meu passado na luta pela dignidade dos árbitros de futebol; durante esta semana, recebi e-mail do ex-árbitro Eduardo Tomaz Borguetti, incansável e aguerrido lutador contra a deslavada corrupção na Prefeitura da cidade de Sertãozinho, situada próximo de Ribeirão Preto, lembrando que, quando de nossa estada na cidade de Mococa, para trabalharmos na refrega Radium x Palmeiras de São João da Boa Vista, dado momento da partida preliminar, o jogador que estava com a camisa 08, veio até o túnel perguntado:

Quem será o juiz da partida principal? De pronto respondi: “Aqui não tem juiz, juiz é de direito; aqui somos todos árbitros”.

Ao que o baixinho e petulante jogador triplicou:

“Sou o tenente destacado para comandar o policiamento do jogo; se o time da casa não ganhar, não dou garantia”

Sem pestanejar, rebati: “vai tomar no cu”, pondo o dedo na direção da cara dele, pedi pra ele subir os degraus de acesso do vestuário ao gramado que lhe daria uns chutes no “fundilho”

Resultado

Como todo valentão! O “latinha esculpida nos ombros”, se encolheu todinho

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28ª Rodada da Serie A do Brasileirão-2016

Sábado 01/10

Botafogo 2 x 0 Corinthians

Árbitro: Caio Marques Augusto Vieira (CBF-1-RN)

Árbitro Assistente 01: Flavio Gomes Barroca (CBF-1-RN)

Árbitro Assistente 02: Vinicius Melo de Lima (CBF-2-RN)

Item Técnico

Errou e feio por ter acatado o assistente Flavio Gomes Barroca e sinalizado penalidade máxima favorável ao Corinthians, quando da batida na bola no braço do botafoguense Emerson, vez que, estava em próximo, de frente pro fato e, corretamente, houvera dado seguimento ao lance. Penalidade cobrada por Marquinhos Gabriel, defendida pelo goleiro Sidão

Item Disciplinar

Cartões amarelos: 4 para botafoguenses – 4 aos corintianos.

No finalmente!

Não gostei

Santos 2 x 0 Atlético-PR

Árbitro: Péricles Bassols (FIFA-PE)

Item Técnico

Através vídeo; estou convencido que não ocorreu à falta penal quando da disputa entre o goleiro atleticano Wéverton com o atacante santista Vecchio. Pós-cobrança: Ricardo Oliveira marcou: Santos 1 x 0

Item Disciplinar

Aceitável

29ª Rodada – Quarta Feira 05/10

Corinthians 0 x 0 Atlético-MG

Árbitro: Rodolpho Toski Marques (ASP-FIFA-PR)

Árbitro Assistente 01: Bruno Boschilia (FIFA-PR)

Árbitro Assistente 02: Ivan Carlos Bohn (ESP-PR)

Item Técnico

Na metade do tempo da primeira etapa, acatando o assistente Bruno Boschilia, corretamente, sinalizou falta do corintiano Gustavo por ter efetuado toque com o braço e ombro direito no costado do oponente Gabriel; com este proceder, Gustavo conseguiu cabecear a redonda pra dentro do alvo atleticano, fator que gerou reclamações, rapidamente, contida

Item Disciplinar

Foram advertidos com cartão amarelo e corretamente, os atleticanos Lucas Candido Silva e Lucas Leandro Donizete Goncalves da Silva

Cartão Vermelho

Após receber o segundo cartão amarelo, Lucas Leandro Donizete Goncalves da Silva viu o vermelho e saiu do campo de jogo

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Politica

Lula, um leão rouco, sem dentes nem garras

lula-nervoso

“A maior vítima da violência do PT será o cidadão, que não terá como melhorar de vida”

O profeta Lula estava particularmente inspirado quando foi votar para prefeito em São Bernardo do Campo, onde mora. “O PT vai surpreender nesta eleição”, previu com precisão instantânea. Pois seu partido surpreendeu mesmo, ao cair de terceiro em número de prefeituras em 2012 para décimo lugar neste pleito. “Quanto mais ódio se estimula, mais amor se cria a favor”, disse, em forma de oração. “Só há um jeito de eles tentarem me parar: evitar que eu ande pelo Brasil”, ameaçou o santo guerreiro contra o dragão da maldade da burguesia infame. O loroteiro está de volta, olê, olê, olá!

Não tardou para as urnas o estarrecerem. Nem precisou sair de casa: Orlando Morando (PSDB) e Alex Manente (PPS) disputam o segundo turno em São Bernardo. O companheiro Tarcísio Secoli, favorito do prefeito Luiz Marinho, seu sucessor no Sindicato dos Metalúrgicos, do qual Lula ascendeu para a glória política, ficou em terceiro, com menos de um quarto dos votos válidos: 22,6%. Em termos proporcionais, superou o poste que ele elegeu em São Paulo em 2012: Fernando Haddad protagonizou o maior vexame da história do partido ao ser massacrado pelo tucano João Doria, que o derrotou no primeiro turno por 53,3% a 16,7%. Em gíria de turfe, Haddad nem pagou placê.

E no dia em que constatou que as eleições “consolidam a democracia no Brasil”, Lula deu uma desculpa esfarrapada para o fiasco histórico: “A imprensa está em guerra com o PT há sete anos”. Para ele, “as pessoas se enganam quando (pensam que) uma TV, um jornal, pode tudo. Não pode. O povo é que pode tudo”. No caso, não lhe falta razão: numa democracia, como reza a Constituição da República, todo o poder emana do povo e para ele é exercido. As urnas não falam, mas o povo fala nelas. E a lorota de Lula tornou-se senha para a violência: mais tarde, constatada a derrota de Haddad, militantes petistas impediram que a repórter Andréia Sadi, da GloboNews, concluísse um boletim ao vivo na sede do PT, no centro de São Paulo.

Um tsunami de votos soterrou o partido que se diz da classe operária, mas passou 13 anos, 4 meses e 12 dias usando o poder federal para atuar como despachante de empreiteiros e amigos empresários emergentes que, em troca de contratos superfaturados, engordaram os cofres dos petistas e do PT em proporções nunca ousadas antes. Até recentemente, ingênuos, como o autor destas linhas, imaginavam que havia apenas uma corrente de escândalos de corrupção – Santo André, mensalão, petrolão, etc. –, conectados e consequentes um do outro. Agora é possível perceber que não é só isso. Trata-se, sim, de um assalto planejado, organizado e realizado para esvaziar todos os cofres públicos ao alcance de suas mãos.

A 53.ª (Arquivo X) e a 54.ª (Ormetà) fases da Operação Lava Jato trouxeram à tona revelações impressionantes sobre a gestão dos desgovernos Lula e Dilma. Nunca antes na História deste país um chefe da Casa Civil respondera por violações do Código Penal. José Dirceu, “capitão” do time de Lula em seu primeiro governo, está preso em Curitiba, acusado de haver delinquido quando cumpria pena na Papuda, em Brasília, condenado por corrupção e outros crimes pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no caso mensalão. Antônio Palocci Filho, primeira eminência parda de Dilma, após ter sobrevivido a 19 processos criminais no mesmo STF e ter violado o sigilo bancário de um pobre trabalhador, o caseiro Francenildo dos Santos Costa, foi recolhido ao xadrez, acusado de ter pago dívidas de campanha da chefe com dinheiro sujo.

Gleisi Hoffmann, ex-chefa da Casa Civil e senadora (PT-PR), é acusada de ter recebido R$ 1 milhão de propina da Petrobrás para comprar votos. Acusação igual é feita ao marido dela, Paulo Bernardo, suspeito de haver furtado R$ 7 milhões em prestações mensais de funcionários do Ministério do Planejamento que requeriam empréstimos consignados.

Guido Mantega, preso e solto pelo juiz Sergio Moro, foi outro ex-ministro do Planejamento a protagonizar processo criminal, em que foi delatado por Eike Batista, “bom burguês” escalado por Lula entre “campeões mundiais” do socialismo de compadrio, de havê-lo achacado no gabinete do Ministério da Fazenda. Palocci também foi ministro da Fazenda de Lula, que se diz o mais “honesto dos seres humanos”. Enquanto Dilma se põe acima de suspeitas por não ter contas bancárias no exterior.

No palanque, a esquerda insistiu que Dilma foi usurpada por Michel Temer, o vice duas vezes eleito com ela, no impeachment, cujo rito legal foi cumprido à exaustão. Em São Paulo, Luiza Erundina, do PSOL, e, no Rio, Jandira Feghali, do PCdoB, pediram votos repetindo essa patranha de consolar devoto. A ex-prefeita teve 3,2% dos votos e a carioca, 3,3%.

Fernando Haddad, contrariando o comportamento belicoso de seus apoiadores, cumprimentou João Doria pela vitória. No entanto, a agressão à repórter de televisão não foi, como devia ter sido, evitada por seu candidato a vice, Gabriel Chalita, nem por seu antigo colega de Ministério de Lula, Alexandre Padilha, que, conforme depoimento do colunista do Globo Jorge Bastos Moreno, se mantiveram impassíveis diante do lamentável fato. Assim, deram o sinal de que a oposição do PT e aliados de esquerda não se limitará à irresponsável tentativa de impedir que sejam feitos os ajustes sem os quais o Brasil não conseguirá recuperar-se da crise provocada pela longa duração do próprio reinado na República.

O governo de Temer, também cúmplice no desmantelamento do Estado brasileiro nas gestões petistas, sofrerá boicote impiedoso. Mas a maior vítima será, como sempre, o cidadão, que amarga desemprego, inflação e quebradeira. E se verá às voltas com vândalos nas ruas queimando carros e quebrando vidraças. O PT não é cachorro morto e seu chefão, Lula, ainda será o leão rouco que ruge mesmo tendo perdido dentes e garras.

O profeta Lula estava particularmente inspirado quando foi votar para prefeito em São Bernardo do Campo, onde mora. “O PT vai surpreender nesta eleição”, previu com precisão instantânea. Pois seu partido surpreendeu mesmo, ao cair de terceiro em número de prefeituras em 2012 para décimo lugar neste pleito. “Quanto mais ódio se estimula, mais amor se cria a favor”, disse, em forma de oração. “Só há um jeito de eles tentarem me parar: evitar que eu ande pelo Brasil”, ameaçou o santo guerreiro contra o dragão da maldade da burguesia infame. O loroteiro está de volta, olê, olê, olá!

Não tardou para as urnas o estarrecerem. Nem precisou sair de casa: Orlando Morando (PSDB) e Alex Manente (PPS) disputam o segundo turno em São Bernardo. O companheiro Tarcísio Secoli, favorito do prefeito Luiz Marinho, seu sucessor no Sindicato dos Metalúrgicos, do qual Lula ascendeu para a glória política, ficou em terceiro, com menos de um quarto dos votos válidos: 22,6%. Em termos proporcionais, superou o poste que ele elegeu em São Paulo em 2012: Fernando Haddad protagonizou o maior vexame da história do partido ao ser massacrado pelo tucano João Doria, que o derrotou no primeiro turno por 53,3% a 16,7%. Em gíria de turfe, Haddad nem pagou placê.

E no dia em que constatou que as eleições “consolidam a democracia no Brasil”, Lula deu uma desculpa esfarrapada para o fiasco histórico: “A imprensa está em guerra com o PT há sete anos”. Para ele, “as pessoas se enganam quando (pensam que) uma TV, um jornal, pode tudo. Não pode. O povo é que pode tudo”. No caso, não lhe falta razão: numa democracia, como reza a Constituição da República, todo o poder emana do povo e para ele é exercido. As urnas não falam, mas o povo fala nelas. E a lorota de Lula tornou-se senha para a violência: mais tarde, constatada a derrota de Haddad, militantes petistas impediram que a repórter Andréia Sadi, da GloboNews, concluísse um boletim ao vivo na sede do PT, no centro de São Paulo.

Um tsunami de votos soterrou o partido que se diz da classe operária, mas passou 13 anos, 4 meses e 12 dias usando o poder federal para atuar como despachante de empreiteiros e amigos empresários emergentes que, em troca de contratos superfaturados, engordaram os cofres dos petistas e do PT em proporções nunca ousadas antes. Até recentemente, ingênuos, como o autor destas linhas, imaginavam que havia apenas uma corrente de escândalos de corrupção – Santo André, mensalão, petrolão, etc. –, conectados e consequentes um do outro. Agora é possível perceber que não é só isso. Trata-se, sim, de um assalto planejado, organizado e realizado para esvaziar todos os cofres públicos ao alcance de suas mãos.

A 53.ª (Arquivo X) e a 54.ª (Ormetà) fases da Operação Lava Jato trouxeram à tona revelações impressionantes sobre a gestão dos desgovernos Lula e Dilma. Nunca antes na História deste país um chefe da Casa Civil respondera por violações do Código Penal. José Dirceu, “capitão” do time de Lula em seu primeiro governo, está preso em Curitiba, acusado de haver delinquido quando cumpria pena na Papuda, em Brasília, condenado por corrupção e outros crimes pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no caso mensalão. Antônio Palocci Filho, primeira eminência parda de Dilma, após ter sobrevivido a 19 processos criminais no mesmo STF e ter violado o sigilo bancário de um pobre trabalhador, o caseiro Francenildo dos Santos Costa, foi recolhido ao xadrez, acusado de ter pago dívidas de campanha da chefe com dinheiro sujo.

Gleisi Hoffmann, ex-chefa da Casa Civil e senadora (PT-PR), é acusada de ter recebido R$ 1 milhão de propina da Petrobrás para comprar votos. Acusação igual é feita ao marido dela, Paulo Bernardo, suspeito de haver furtado R$ 7 milhões em prestações mensais de funcionários do Ministério do Planejamento que requeriam empréstimos consignados.

Guido Mantega, preso e solto pelo juiz Sergio Moro, foi outro ex-ministro do Planejamento a protagonizar processo criminal, em que foi delatado por Eike Batista, “bom burguês” escalado por Lula entre “campeões mundiais” do socialismo de compadrio, de havê-lo achacado no gabinete do Ministério da Fazenda. Palocci também foi ministro da Fazenda de Lula, que se diz o mais “honesto dos seres humanos”. Enquanto Dilma se põe acima de suspeitas por não ter contas bancárias no exterior.

No palanque, a esquerda insistiu que Dilma foi usurpada por Michel Temer, o vice duas vezes eleito com ela, no impeachment, cujo rito legal foi cumprido à exaustão. Em São Paulo, Luiza Erundina, do PSOL, e, no Rio, Jandira Feghali, do PCdoB, pediram votos repetindo essa patranha de consolar devoto. A ex-prefeita teve 3,2% dos votos e a carioca, 3,3%.

Fernando Haddad, contrariando o comportamento belicoso de seus apoiadores, cumprimentou João Doria pela vitória. No entanto, a agressão à repórter de televisão não foi, como devia ter sido, evitada por seu candidato a vice, Gabriel Chalita, nem por seu antigo colega de Ministério de Lula, Alexandre Padilha, que, conforme depoimento do colunista do Globo Jorge Bastos Moreno, se mantiveram impassíveis diante do lamentável fato. Assim, deram o sinal de que a oposição do PT e aliados de esquerda não se limitará à irresponsável tentativa de impedir que sejam feitos os ajustes sem os quais o Brasil não conseguirá recuperar-se da crise provocada pela longa duração do próprio reinado na República.

O governo de Temer, também cúmplice no desmantelamento do Estado brasileiro nas gestões petistas, sofrerá boicote impiedoso. Mas a maior vítima será, como sempre, o cidadão, que amarga desemprego, inflação e quebradeira. E se verá às voltas com vândalos nas ruas queimando carros e quebrando vidraças. O PT não é cachorro morto e seu chefão, Lula, ainda será o leão rouco que ruge mesmo tendo perdido dentes e garras.

Publicado no Estadão dia 05/10/2016. Autor: José Nêumanne – Jornalista, poeta e escritor

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Finalizando

“As leis são teias de aranha pelas quais as moscas grandes passam e as pequenas ficam presas”

Honoré de Balzac – foi um politico e escritor francês notável

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-08/10/2016

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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