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Caso Claudinho: Corinthians levou chapéu milionário de Fernando Garcia e seu sócio, o traficante ‘Padrinho’

Claudinho, artilheiro do Campeonato Brasileiro pelo Bragantino, possui proposta concreta de venda ao exterior, assinada pelo Al Ittihad, pelo valor de R$ 70 milhões.

É provável, porém, que seja transferido para o RB Leipzig (ALE), filial mais robusta da empresa que é sócia do clube brasileiro.

Em 2015, Claudinho chegou da base do Santos para o Corinthians através do agente Pepinho, que, na sequência, foi chutado do negócio.

Desde então seguiu as ordens do submundo alvinegro, ditadas por Fernando Garcia, à época conselheiro do clube, em sociedade com Ângelo Canuto, o afamado traficante internacional ‘Padrinho’.

Pelo time profissional do Corinthians, Claudinho jogou apenas 05 minutos, suficientes para encorpar o currículo.

No mais, foi seguidamente emprestado a ‘parceiros’ de Garcia, rodando por Oeste, Ponte Preta e Bragantino (ainda sem o Red Bull).

Enquanto isso, o Corinthians permanecia sem utilizá-lo, porque o agente não tinha ‘tempo’ para esperar a maturação necessária do banco de reservas.

Eis que, em maio de 2017, Garcia e o Timão se acertaram para a compra de Cleyson, então na Ponte Preta, por R$ 4,5 milhões, incluindo o repasse, em definitivo, gratuito, de Claudinho e Léo Artur.

Destes, a Elenko Sports embolsou boa parte, permanecendo com Claudinho entre seus agenciados, em sociedade com Canuto.

No dia 15 de dezembro de 2021, Garcia, através do perfil de Instagram da empresa, comemorou a renovação do vínculo com o atleta até 2023 (com direito a comentários de Padrinho e Claudinho), suficiente para embolsar a bolada que está por vir, da qual o Corinthians abriu mão para, tudo indica, beneficiar o bolso de meia dúzia de cartolas facilitadores.


EM TEMPO: em julho de 2020, sem alarde, Fernando Garcia e Guilherme Miranda abriram a ELENKO MUSIC, associados a Ângelo Canuto, porém somente, por razões óbvias, com os dois primeiros constando no contrato social.

A empresa tem em seu objeto social, a ampliação das atividades para “agenciamento de profissionais para atividades esportivas, culturais e artísticas”.

Há quem diga que exista, também, a intenção de, aos poucos, abandonar os CNPJs anteriores, enrolados em ações e investigações judiciais.

Padrinho, condenado por tráfico internacional, associou-se, oficialmente, à ELENKO, de Fernando Garcia

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