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Ulysses Guimarães – 100 anos

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Dos maiores políticos de nossa história, Ulysses Silveira Guimarães, desaparecido sob circunstâncias suspeitas (seu corpo nunca foi encontrado após suposta queda de helicóptero) em 1992 (aos 76 anos), completaria 100 anos na presente data.

Sua vida foi marcada por lutas contra a Ditadura, depois, pela redemocratização, além de posicionamentos e discursos inesquecíveis.

Dentre os quais, o da promulgação da Constituição de 1998 (que, em homenagem, republicamos logo abaixo) e da “anticandidatura”, proferido em 22 de setembro de 1973, na convenção do MDB (Movimento Democrático Brasileiro), em que dizia: “navegar é Preciso, viver não é Preciso”.

Ulysses candidatou-se à Presidência da República em 1989, tendo ocupado cargos relevantes, como a presidência da Câmara dos Deputados (1956-1958/1985-1989), o Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior (1961/1962), além de 11 mandatos consecutivos como Deputado Federal (desde 1951).

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2 comentários sobre “Ulysses Guimarães – 100 anos

  1. Depois que Dr. Ulisses morreu, o Congresso Nacional virou essa zona que é.
    Ninguém tem liderança, ninguém é honesto. Ninguém faz política, apenas conluios para que rendimentos financeiros e políticos sejam repartidos somente entre eles.
    Com anos de política, Dr. Ulisses NUNCA FEZ UMA INDICAÇÃO PARA CARGOS PÚBLICOS OU PEDIU ALGO EM TROCA DE APOIO.
    Sua ÚNICA indicação para um cargo foi de sua única e eterna secretária particular.
    Entrou e morreu na vida pública com os mesmos bens imóveis que tinha antes.
    1% de Dr. Ulisses na vida de Renan Calheiros, o país e o Congresso seriam melhores, muito melhores do que são hoje. Fato!!

  2. Embora Ulysses Guimarães fosse um dínamo na política, não me sentiria muito a vontade para celebrar sua genialidade. Sobretudo porque ele tinha graves lacunas quanto ao conhecimento de questões econômicas elementares. Ele parecia até entediado na abordagem dessas questões e ficava muito fixado nos tais direitos da sociedade. Ele nunca compreendeu que tais direitos só se realizam quando existe uma economia para pagá-los. A Constituição idealizada apela demasiado ao Estado, quando se sabe que esse Estado é lento, dispendioso, burocratizado, perdulário, sujeito a corrupção e muitos outros vícios.

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