Gaviões da Fiel e Corinthians: fidelidade de Zona

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Ontem, hilária Nota Oficial assinada pela facção criminosa “Gaviões da Fiel” (aquela do Clebinho) foi distribuída à imprensa, com ataques a torcedores comuns (os que não praticam delitos) e mentiras a respeito da “fidelidade” das “organizadas” ao Corinthians.

Espécie de “respeito” de Zona, em que a prostituta torna-se mulher de quem paga até chegado o momento do orgasmo.

O pretexto da manifestação foram as críticas do jogador Elias ao comportamento de torcedores.

Diz trecho:

“Não há fidelidade parcial. Apoiamos incondicionalmente. Jamais optaremos por não apoiar.
Durante os 90 minutos de partida, os Gaviões da Fiel continuarão – como sempre – cantando, apoiando, incentivando e fazendo de tudo para que dentro de campo os jogadores ouçam nosso apelo, se motivem e joguem por nós. Com nós.”

Nem é preciso puxar muito na memória para recordar de recentes episódios de tentativas de agressões a jogadores, de invadir estádios e CTs, entre outros hábitos que norteiam a “fidelidade incondicional” destes delinquentes.

Em verdade, a única “fidelidade”, até o momento, se dá por questões financeiras, entre a cúpula da facção e os dirigentes do Corinthians, que sustentam a bandidagem com diversas benesses, entre as quais fornecimento de ingressos, transporte, hotelaria e, por vezes, até corpo jurídico para, informalmente, ajudar a livrá-los doutros desvios mais graves, e habituais, como tráfico de drogas, roubo de cargas, etc.

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