Candidato a presidente do Fluminense foi expulso da UNIMED após duas gestões de contas reprovadas

Acusado, recentemente, de operar manipulação que culminou no rebaixamento da Portuguesa (o famoso caso Heverton), evitando a queda do Fluminense, o cartola Celso Barros acaba de ser expulso da UNIMED-RIO, que afastou, junto com o referido, todos os demais conselheiros (inclusive os administrativos), da empresa.
Quase todos acusados de corrupção.
Barros ocupava a presidência da UNIMED desde 1998, e nos últimos anos, 2014 e 2015, teve as contas reprovadas pelo Conselho Fiscal e também por cooperados.
Há quem diga que as movimentações financeiras da parceria com o Fluminense (que durou anos) são ainda mais cabeludas.
A operadora de planos de saúde elegerá uma junta com sete membros para comandar a empresa pelos próximos 30 dias, prazo máximo para que novas eleições gerais sejam convocadas.
Mesmo diante deste currículo “invejável”, Celso Barros será candidato a Presidente do Fluminense, em novembro.
