Oposição de Eduardo Bandeira de Melo não resistiu ao primeiro chamado da CBF

eduardo bandeira

O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Melo, em meio a discursos politicamente corretos e demonstrações de insatisfação, posava, até anteontem, como única voz (ou talvez a mais relevante) da cartolagem destoante do sistema.

Pura enganação.

Ao aceitar emprestar a imagem e os serviços à CBF, a quem sempre tratou como entidade corrupta, o flamenguista demonstrou que seu discurso dizia, em bravata, o que a população e os jornalistas queriam escutar, porém sem nenhum compromisso com os procedimentos que, esperava-se, fosse adotar.

Bandeira foi cooptado, com enorme facilidade, na primeira chamada, como se prostituta fosse, daquelas que jogam o preço no alto, parecem inatingíveis, mas, em objetivo, querem mesmo atender o cliente, nem que para tal precise aceitar oferta mais barata.

E foi assim.

O mandatário flamenguista, sem constrangimento, mudou o discurso, se disse “premiado” com o convite e servirá de dublê para um Marco Polo Del Nero que não poderá viajar aos Estados Unidos por medo de ser preso pelo FBI.

Mais dos mesmos de quem fingiu ser o que não era até conseguir chegar aonde queria estar.

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