Com medo dos Gaviões, Corinthians se omite sobre punição às “organizadas”

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Ontem, todos os presidentes de clubes grandes em São Paulo posicionaram-se com relação à violência das “organizadas” e a implementação, por ordem da Secretaria de Segurança Pública, de “torcida única” nos clássicos da capital.

Menos o mandatário do Corinthians, Roberto “da Nova” Andrade.

Palmeiras, São Paulo e Santos pedem soluções para o problema, dizendo, ainda, que a solução encontrada pela SSP para a disputa entre os grandes é insuficiente.

O palmeirense Paulo Nobre, mais incisivo, tratou os marginais das “organizadas” como “vândalos travestidos de torcedores”.

Enquanto isso, de rabo preso por distribuir dinheiro, ingressos e até cargos dentro do clube (entre as quais a diretoria de futebol) para os marginais, Roberto Andrade disse que somente se pronunciaria “mais para frente”.

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