Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“A verdadeira coragem é ir atrás de seus sonhos mesmo quando todos dizem que ele é impossível.”

Cora Coralina – pseudônima de Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, foi poetisa e contista brasileira

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Continuo na luta

Na ativa sempre botei a cara pra bater defendendo o todo da categoria, nunca o fiz, por interesse pessoal, cheguei junto ou briguei na mão, com um bocado torcedores, dirigentes de clubes, FPF e CBF, com políticos e uma pá de gente de todas as categorias da iniciativa privada e publica

Despedida

Meu ultimo atuar ocorreu no ano 1992 no Estádio Oswaldo Teixeira Duarte, pertencente à Associação Portuguesa de Desportos, o conhecido e popular Canindé, quando da contenda Portuguesa x Lazio (ITA), no dia 07/06/1992, realçando, que por minha iniciativa, faltando 20 minutos para o término da contenda, simulei estar contundido, dando lugar para o colega Nilo Alexandre

Coluna do Fiori

Desde o surgimento do Blog do Paulinho, comandado pelo jornalista Paulo Cezar Andrade Prado, através da Coluna do Fiori, sem temor e francamente, exibo opiniões sobre o comportamento dos dirigentes das entidades representativas dos árbitros de futebol, da FPF CBF e clubes

Rememoro

Em anos passados, convidado por Marcos Fábio Spironeli, aceitei e por algum tempo, mantive meu opinar no site da AAGSP, seu encerrar ocorreu uma ou duas semanas da contratação do Arthur Alves Junior para gerenciar a empresa

Estranho

Naquela época, salvo engano, na condição de funcionário direto ou indireto, Arthur Alves Junior exercia horário na administração da FPF, de pronto, captei que havia certo interesse na sua contratação

Vamos conversar

Fortalecendo minha desconfiança em uma das minhas idas a sede empresa, na cara dura, Arthur, me chamou para expor seu descontentamento com minhas opiniões, ressaltando, que dali pra frente, não admitiria nenhuma citação sobre qualquer um dos dirigentes da FPF, assim como, criticas sobre o desempenho dos árbitros

Sem titubear

Respondi que não era moleque de recados, que minha decência, nunca foi e não seria maculada por ele, por qualquer dos envolvidos com a administração da FPF, da CBF ou do SAFESP, e, por ninguém. Findando disse Arthur: Vou perguntar pra quem me convidou

Confirmado

Sai da sala, encontrei com Marcos Fabio Spironeli, perguntando se abonava a atitude tomada por Arthur; pouco oscilante e cabisbaixo, Spironeli afiançou a atitude do seu gerente

Sem espanto

Na lata disse pro Marcos Fabio Spironeli: Sem problemas; você conhece e bem minha maneira de ser, não te esqueça, que, quando do seu manda e desmanda na administração do SAFESP; sem pestanejar, cheguei a você dizendo que no meu entender, tinhas cometido diversas irregularidades, por este e outros motivos, no hoje, entendo a razão do descumprimento do acordo que fizemos, após ter me convidado para participar do site de sua empresa, comentando sobre futebol

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CA-FPF/ Pré-temporada

Quando da pré-temporada dos árbitros da Série A1, salvo engano, foi estabelecido que somente os árbitros ali presentes, seriam selecionados para participar dos “sorteios”

Estranho

Mesmo não tendo participado da pré-temporada, Luis Vanderlei Martinucho, na quarta feira 10/02 arbitrou a contenda XV de Piracicaba x Água Branca. No domingo 13/02, vai arbitrar a contenda: Grêmio Novorizontino x Santos

Patrono

Acredito que a escala do árbitro Luis Vanderlei Martinucho, foi forçada por algum padrinho da escala superior da direção da FPF; por este motivo e com todas as letras afianço: Nada mudou

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Terceira Rodada da Série A1 do Campeonato Paulista -2016

Quarta Feira 10/02

Oeste 0 x 0 Palmeiras

Árbitro: Vinicius Furlan

Árbitro Assistente 01: Rogerio Pablos Zanardo

Árbitro Assistente 01: Alex Ang Ribeiro

Item Técnico

Inverteu alguma e deixou de marcar faltas, como também, escorou, ao menos em três errôneas marcações de impedimentos proporcionadas por seus assistentes; a saber:

Rogerio Pablos Zanardo: duas vezes. Alex Ang Ribeiro: uma vez

Item Disciplinar

Meia boca

Concluo

Partida não difícil de ser conduzida, mesmo assim, atuação devagar quase parando

Quinta Feira 11/02

Corinthians 2 x 1 Capivariano

Árbitro: Marcelo Aparecido de Souza

Item Técnico

Não marcou e inverteu algumas faltas; dentre estas:

1ª – Deixou de marcar falta sofrida por Marlone, atacante corintiano, pouco antes da linha, que culminou com a caída do mesmo, no interior da área adversária, numa tentativa de cavar penalidade máxima

2ª – Noutro lance, na cara dura, com total domínio do fato, Marcelo Aparecido de Souza, paralisou a contenda, determinando, cobrança de falta fora da área, quando da claríssima penalidade máxima sofrida por Marlone, atacante do Capivariano, que: dominando a redonda pelo lado esquerdo do ataque de sua equipe, adentrou a grande área corintiana, sofrendo a falta

3ª – Logo após da descida da redonda pra área corintiana, logo após cruzamento, Marlone, defensor corintiano, cometeu falta penal; vez que: com braço, empurrou o costado do oponente Chico

Item Disciplinar

Aceitável a advertência com o amarelo para 2 integrantes de cada equipe, assim como, o vermelho para o corintiano Edilson, conforme imagens da TV, o foi, por ofendê-lo

Remato

Trabalho ruim

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Política

O recruta Lula contra todo resto do pelotão

A família Silva, antes de o apelido do chefe, Lula, ter sido adicionado à própria denominação, morou numa modesta casa de vila operária no Jardim Assunção, em São Bernardo do Campo, há 40 anos. O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo e Diadema, hoje intitulado do ABC, não tinha mais de dar expediente no torno mecânico, para o qual fora habilitado pelo Serviço Nacional da Indústria (Senai), e liderava greves operárias que desafiaram a legislação trabalhista da ditadura, abalando com isso as estruturas do regime tecnocrático-militar de exceção. Ele simbolizava então a nova classe operária brasileira e, assim, deu-se ao luxo de adquirir um sítio, que denominou Los Fubangos, às margens da Represa Billings, perto de casa, e atualmente está abandonado.

Agora, 40 anos depois, Luiz Inácio e Marisa Lula da Silva, que moram num apartamento duplex em bairro nobre da mesma cidade do ABC, protagonizam um dos casos mais estapafúrdios, ridículos e bisonhos da história do sempre conflagrado direito fundiário no Brasil. A Polícia Federal (PF), o Ministério Público de São Paulo (MPSP) e o Ministério Público Federal (MPF) investigam a hipótese de o casal ter usado um triplex no edifício Solaris, da construtora OAS, na praia das Astúrias de um balneário que já teve seus dias de glória, o Guarujá, e um luxuoso sítio na Serra da Mantiqueira, em Atibaia, no interior de São Paulo, para ocultar patrimônio, uma forma de lavar dinheiro ilícito.

A história do imóvel à beira-mar é absurda, de tão suspeita. A cooperativa dos bancários (Bancoop) fundada por Ricardo Berzoini, da casta dirigente do sindicato da categoria em São Paulo, sob a égide do amado companheiro Luís Gushiken, construiu-o e denominou-o Residencial Mar Cantábrico. Sob a presidência de outro famigerado sindicalista, João Vaccari Neto, a cooperativa é acusada há dez anos de haver ludibriado cerca de 3 mil famílias, cobrando delas penosas prestações mensais e não lhes entregando, como devia, moradias prontas para usar.

Os compradores das unidades do edifício no Guarujá não têm de que se queixar. A empreiteira OAS encarregou-se de acabar as unidades não concluídas, mudou o nome para Solaris e beneficiou graduados militantes do Partido dos Trabalhadores (PT), do qual Lula é o principal líder. Mesmo com a Bancoop sob suspeita do MPSP há dez anos, esses beneficiários da generosidade possibilitada pela má gestão de Vaccari nunca arredaram pé de seus domínios com vista para o Atlântico. Figuram entre eles Simone, mulher de Freud Godoy, que foi segurança de Lula e “aloprado” acusado de ter falsificado dossiê contra José Serra, Vaccari, sua cunhada Marice Corrêa de Lima e, suspeita-se, o casal Marisa e Lula.

Não consta da saga do torneiro mecânico que ocupou o cargo mais poderoso da República que tenha dado expediente em agência bancária na vida. Nem que Marisa tenha tido uma banca de jornal ou qualquer bem que se possa aproximar semanticamente da palavra bancário, que orna a denominação da Bancoop. O líder dos oprimidos jamais emitiu um protesto ou uma palavra de agradecimento pelo sacrifício de milhares de bancários que acusam, até hoje em vão, na Justiça, o PT, que ele lidera, de ter malbaratado a poupança deles. Sempre atento ao rabo de palha alheio, ele também nunca protestou contra o uso do dinheiro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para financiar a pilhagem de que Vaccari é acusado.

A enxurrada de explicações que tem sido dada pelo casal também passa ao largo das suspeições dos agentes da lei em torno do empreendimento. A Operação Triplo X – assim batizada em referência ao triplex pelo qual o casal pagou originalmente R$ 47.695,38, conforme o próprio ex informou ao Imposto de Renda na declaração feita para a campanha de 2006 – investiga a hipótese de a OAS ter usado os apartamentos para lavar propinas do petrolão.

Segundo o delegado Igor de Paula, “há indícios de que alguns desses imóveis foram utilizados para repasse de recursos de propina, a partir de contratos com a Petrobras”. A PF e o MPF buscam, então, a razão lógica, no meio dessa barafunda de versões, para a OAS ter assumido o empreendimento a ponto de seu então presidente, Léo Pinheiro, ter acompanhado o casal Lula na visita ao único triplex do prédio, em cuja reforma a empresa investiu R$ 1 milhão e que eles não tinham comprado. Hoje os dois estão juntos e misturados com a empresa panamenha Mossack Fonseca, acusada de possuir unidades no edifício e de estar ligada a firmas abertas no exterior por réus da Lava Jato.

Já era confusão de bom tamanho para o ex, mas ele ainda terá de explicar, na condição de investigado, por que um consórcio formado por empreiteiras acusadas de roubo do erário, a OAS e a Odebrecht, e o pecuarista falido José Carlos Bumlai, que usava no Palácio do Planalto um passe livre assinado por ele, comprou para um sítio em Atibaia pertencente a dois sócios de seu filho Fábio Luiz uma cozinha chique igualzinha à que a OAS encomendou para o tal apartamento.

Mas mesmo protagonizando essa história implausível e no momento em que PF e MPF o investigam em Lava Jato, Zelotes e Solaris, Lula não perdeu a pose e disse a fiéis blogueiros que é “a alma viva mais honesta que há”. O jornalista Jorge Moreno deu no Globo ordem mais sensata à frase: “A alma honesta mais viva que há”. Faz sentido. Afinal, para continuar bancando o São Lula Romão Batista, o ex terá de convencer a Nação de que PF, MPSP, MPF, vítimas da Bancoop e o juiz Sérgio Moro advogam para o diabo contra a sua santidade.

Assim, Lula age como o recruta que se diz injustiçado pelo sargento que teima em fazê-lo marchar no passo do restante do pelotão, pois acha que só ele está no passo certo. O diabo é que ainda há na plateia da parada quem acredite que certo está ele, não juiz, federais e procuradores. Até quando terá o benefício da dúvida?

Autor: José Nêumanne Pinto – jornalista, poeta e escritor brasileiro

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Finalizando

Saber o que é correto e não o fazer é falta de coragem.

Confúcio – foi pensador e filósofo chinês

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Chega de praticar e aclamar os Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP- 12/02/2016

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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