TJD-SP e a suspensão de araque do zagueiro misógino

O TJD-SP, mantendo a coerência de sua má fama, suspendeu o zagueiro Gustavo Marques, do Bragantino, por doze partidas, além de multá-lo em R$ 30 mil, por declarações misóginas contra a árbitra Daiane Muniz, durante as quartas de final do Paulistinha.
Questionará o leitor: cadê o erro?
Respondemos: na esperteza.
Os doze jogos de suspensão são válidos apenas para o Paulistinha, competição da qual o Bragantino já está eliminado.
Assim, Marques segue livre para atuar em todas as demais competições.
Ainda que permaneça no Braga em 2027, é pouco provável que uma suspensão remanescente do Paulistinha anterior — como costumeiramente ocorre — não seja abonada ou convertida em outro tipo de reprimenda.

O CBJD prevê que as punições sejam cumpridas nas competições onde foi cometida a infração. Onde está a esperteza? E esperteza de quem? A relatoria do processo foi de uma mulher. Além dos 12 jogos, ele foi punido em 30 mil reais, que somados aos 50% do seu salário aplicados pelo Bragantino, terá um prejuizo de mais de 100 mil.
Puta babaquice suspender o cara por isso.
Ela prejudicou o time dele e causou danos financieros e esportivos ao Bragabull.
Ela e qq mulher na ativa são inferiores aos arbitros como Claus, Cadançan, Flavio… E digo tecnicamente.
Dar opinião esta virando crime. Enquanto os apostadores do Flamengo livres de qq punição.